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“Iraram-se as nações e veio a Sua ira” Apocalipse 11:18

Posted: 7 de Dezembro de 2010 by mundomaranatha in Profecia
‘Imperialismo’ dos EUA alimenta corrida armamentista, diz Putin…

MOSCOU (Reuters) – O presidente russo, Vladimir Putin, lançou na quinta-feira um violento ataque contra países ocidentais, entre os quais os Estados Unidos, que acusou de práticas imperialistas e de dar início a uma nova corrida armamentista.
Em declarações dadas uma semana antes de participar da cúpula do Grupo dos Oito (G8) na Alemanha, Putin disse que os testes realizados pela Rússia na terça-feira com um novo míssil balístico são uma resposta direta aos esforços norte-americanos para criar um sistema de defesa antimíssil.
‘Não somos os responsáveis por dar início a essa nova rodada da corrida armamentista’, afirmou o presidente em uma entrevista coletiva concedida no Kremlin ao lado do presidente grego, Karolos Papoulias.
‘Não há necessidade nenhuma de temer as ações da Rússia: elas não são agressivas’, disse. ‘Elas são uma mera resposta às ações duras e infundadas adotadas de forma unilateral por nossos parceiros. Nossa resposta tem por fim preservar o equilíbrio de forças no mundo.’
Os comentários de Putin são os mais recentes de uma série de manifestações incisivas a respeito de países do Ocidente.
Na terça-feira, a Rússia testou um novo míssil balístico intercontinental capaz de carregar várias ogivas e novos mísseis. Generais russos disseram que esses equipamentos são suficientes para garantir a segurança do país pelos próximos 40 anos.
‘Nossos parceiros estão enchendo o Leste Europeu de armas’, afirmou Putin. ‘Diante disso, o que deveríamos fazer? Não podemos ficar apenas observando isso tudo.’
O governo russo manifestou descontentamento com os planos dos EUA de instalar partes de um sistema global de defesa antimíssil na Polônia e na República Tcheca. O governo norte-americano diz que esse sistema é necessário para rechaçar ataques a serem eventualmente lançados por ‘países hostis’ como o Irã.
‘Há um desejo claro de alguns dos participantes da ordem internacional de impor sua vontade a todos sem aderir às leis internacionais’, afirmou Putin. ‘Na nossa opinião, isso não passa de decreto autoritário. Esse cenário não é diferente do imperialismo.’
RÚSSIA OBRIGADA A CRIAR NOVOS MÍSSEIS
Putin e o presidente dos EUA, George W. Bush, terão uma chance de tratar de suas diferenças em negociações que acontecem nos dias 1o e 2 de julho.
Segundo o dirigente russo, seu país viu-se obrigado a criar novos mísseis depois de os EUA terem abandonado do Tratado de Mísseis Antibalísticos (ABM) a fim de instalar o escudo de defesa antimíssil.
‘Avisamos à época que elaboraríamos uma resposta a fim de manter intacto o equilíbrio estratégico do mundo’, afirmou.

Extraido do portal IG: Notícia de última hora – link

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Comentários:

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Notícias que mais tem ocupado espaço na imprensa de todo o mundo além de violência e a corrupção sem duvida alguma são as de ameaças de guerra. Irã aumenta a produtividade de urânio comprometendo a estabilidade na produção de armamento nuclear. Irã desafia ONU e não paralisa suas intenções de extração de urânio em alta escala. EUA envia navios e milhares de soldados ao golfo para um possível conflito com Irã. Russia faz testes com mísseis antibalisticos em resposta as imposições anti mísseis dos EUA.

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Este é o quadro em que o mundo está pintado nos dias de hoje. Ameaças de todos os lados. Enquanto milhões de pessoas passam fome e medo, as potências começam suas novas jornadas armamentícias. Medo, pavor, desconfiança? Todos buscando segurança porque no fundo sentem que segurança é o que em verdade não existe no mundo.

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.O que a Bíblia nos diz a respeito:

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.Apocalipse 11:18 – “Iraram-se, na verdade, as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.18) Iraram-se, na verdade, as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.”
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“Iraram-se, na verdade, as nações…” Esta é a primeira evidência pofética. Hoje o que vemos? Um exato cumprimento profético do livro mais vendido em todo o mundo mas também mais rejeitado. Nações iradas, se arregimentando apressadamente. Vemos uma desesperadora corrida, não de ouro, mas de armas e mais armas. Estamos mesmo no limiar da existência humana. As ultimas páginas da exsitência desta geração estão chegando ao fim. Porque? Veja o que diz o restante do verso lido acima:

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.”E veio a Sua ira…” Assim como está havendo exatidão no cumprimento profético da ira das nações, assim também haverá exatidão no cumprimento de que a ira de Deus será o próximo acontecimento. Deus se manifestará em breve de seu alto e sublime trono. Ele chaqualhará terrivelmente este mundo com seus juízos, pois está chegando o dia em que todos terão suas vidas seladas para sempre. Que venham as guerras, que venham os conflitos, mas saibam todos que Deus também tem um conflito a resolver com este mundo impenitente. Também tem recompensas a dar a todos que o aguardaram com paciência. A todos que viveram não impiamente mas viveram em novidade de vida, em retidão aos princípios celestiais.

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.Leiam estas declarações de uma piedosa mulher orientada por Deus:

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A transgressão já atingiu quase seus limites. O mundo está cheio de confusão, e em breve apoderar-se-á das criaturas humanas um grande terror. O fim está muito próximo. Nós, que conhecemos a verdade, nos devemos estar preparando para o que está prestes a rebentar sobre o mundo numa esmagadora surpresa.” Testimonies, vol. 5, pág. 28.

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“Estamos na iminência de importantes e solenes acontecimentos. Cumprem-se as profecias. Uma estranha e acidentada história está sendo registrada nos livros do Céu. Tudo em nosso mundo se mostra em estado de agitação. Há guerras e rumores de guerras. As nações estão iradas, e é chegado o tempo dos mortos para serem julgados. Os acontecimentos se sucedem, alternando-se e apressando o dia de Deus, que está muito próximo. Só nos resta, por assim dizer, um pequeno instante. Mas conquanto nação se esteja levantando contra nação e reino contra reino, não se desencadeou ainda um conflito geral. Os quatro ventos sobre os quatro cantos da Terra ainda estão sendo retidos até que os servos de Deus estejam assinalados na testa. Então as potências do mundo hão de mobilizar suas forças para a última grande batalha.” Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 369.
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“O mundo está agitado pelo espírito de guerra. A profecia do capítulo onze de Daniel atingiu quase o seu cumprimento completo. Logo se darão as cenas de perturbação das quais falam as profecias.” Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 283.Pág. 55
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“Foram-me mostrados os habitantes da Terra na maior confusão. Guerra, derramamento de sangue, privações, necessidades, fomes e pestilências estavam por toda parte. … Minha atenção foi então desviada da cena. Parecia haver um pequeno tempo de paz. Mais uma vez os habitantes da Terra me foram apresentados; e novamente tudo se achava na maior confusão. Lutas, guerras e derramamento de sangue juntamente com fome e peste imperavam por toda parte. Outras nações se achavam empenhadas nesta luta e confusão. A guerra ocasionou a fome. A miséria e o derramamento de sangue deram lugar à pestilência. E então o coração dos homens desmaiou de terror, “na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo”. Luc. 21:26. Testimonies, vol. 1, pág. 268.
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“Neste tempo, em que prevalece a iniqüidade, podemos saber que a grande e última crise está à porta. Quando o desafio da lei de Deus for quase universal, quando o Seu povo for oprimido e atormentado por seus semelhantes, o Senhor intervirá. Parábolas de Jesus, pág. 178.”

Profetas antigos e contemporâneos

Posted: 7 de Dezembro de 2010 by mundomaranatha in Profecia
“Certamente o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado seus segredos aos seus servos, os profetas”. Amós 3:7

No princípio Deus se comunicava pessoalmente com os seres humanos, mas depois do pecado, uma brecha foi posta entre Deus e o homem. O pecado criou uma espécie de muralha espiritual separando o Criador da criatura. “Mas as vossas iniqüidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós para que não vos ouça”. Isaias 59:2.

Deus tinha a intenção de restaurar o homem, tinha por eterno amor o intuito de buscar o homem no mais fundo poço das trevas espirituais. Por meio de Cristo, Deus restauraria por completo o ser humano. Pois a escritura diz que:

“Como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte…” (Rom 5:12),
Por esta razão Jesus se tornou o meio pelo qual o homem poderia viver novamente. Rom. 3:24.
Como restaurar a comunicação entre o céu e a terra já que ela foi interrompida pelo pecado? Por essa razão Deus usou homens orientados pelo Espírito Santo para nos trazer sua mensagem de salvação.
“E falarei aos profetas, e multiplicarei a visão; e pelo ministério dos profetas proporei símiles”. Oséias 12:10.
Deus jamais revelará algo sem antes revelar aos seus profetas. Amós 3:7.
Os profetas não existiram apenas para escrever as escrituras que temos hoje. Os profetas eram a voz de Deus para ajudar o ser humano no entendimento da verdade que a escritura queria transmitir.
Exemplo:
No tempo de Elias, uma grande multidão de pessoas interpretava a verdade de forma errada. Se não fosse Elias ajudar o pequeno povo de Deus a entender o que realmente as escrituras queriam dizer, até o povo de Deus teria se apostatado.
No tempo de Jeremias, em 629 ac, se Deus não falasse por intermédio dele, o povo já teria se apostatado, pois interpretariam a verdade erroneamente.
Em todos os tempos Deus teve um profeta para guiar sua igreja.

Moisés – 1571
Ido – 951
Profetas Menores
Miriam – 1491
Azaria filho de Obede – 941

70 anciãos – 1490
Hanãni – 940
Jonas – 862
Balaão – 1452
Elias – 912
Joel – 800
Josué – 1451
Zacarias – 840
Amós – 787
Débora – 1316

Oséias – 785
Anônimo – 1249

Miquéias – 750
Samuel – 1141

Naum – 713
Gade – 1062
Profetas Maiores
Sofonias – 630
Nata – 1034

Habacuque – 626
Davi – 1033
Isaias – 760 à 698
Obadias – 587
Aias o Silonita – 980
Jeremias – 629 à 585
Ageu – 520
Profeta velho de Betel – 975
Ezequiel – 595 à 574
Zacarias – 519
Semaias – 971
Daniel – 603 à 534
Malaquias – 397

A igreja de Deus no ano 397 ac ao ano aproximado zero, apostatou-se fazendo interpretações próprias das Escrituras, criando dogmas e preceitos que não existiam. Mas o que levou a igreja a se apostatar de tal forma que não pode nem mesmo compreender as profecias referentes à vinda de Cristo como o messias prometido? O que levou os judeus a deixarem a verdade e crucificarem aquele que era o centro dos livros dos profetas? Será que Deus deixou de enviar um profeta para instruí-los?

“Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados!…”. Mat. 23:37.
Os judeus ficaram sem profeta de 397 ac até a vinda de João Batista, porque perseguiam os profetas e por esta razão erraram ao interpretar as verdades. Em realidade nem haveria a necessidade de enviar mais profetas se eles não examinassem as escrituras com seus sentimentos egoístas.
Será que hoje em nossos dias precisamos de um profeta para nos instruir em toda a verdade? Será que se não tivermos um profeta para guiar a igreja do tempo do fim, para ser a voz de Deus, podemos estar seguros?
Um dia alguém disse que não precisamos de profeta, pois já temos a verdade, temos a escritura. Se pessoas acreditam desta forma, o que dizer da igreja dos apóstolos, como Paulo, Pedro, Barnabé, Tiago, João, etc. Será que eles precisaram de um profeta para não errar na interpretação da escritura?
Até mesmo eles precisavam do profeta, pois se não tivessem, com certeza teriam cometido alguns erros doutrinários. Atos 15:32,34.
No capítulo quinze de atos, fala de um conflito doutrinário que os apóstolos estavam enfrentando. Relativamente, quem consertou quase toda a situação foram dois profetas que estavam no meio dos discípulos.
Será que a Igreja de Hoje seria orientada por Deus através de um profeta? Será que hoje teríamos um profeta para nos instruir?
“Pelo que diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, e deu dons aos homens…. E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para doutores e pastores”. Efésios 4:8-11.
“Irou-se o Dragão contra a mulher e foi fazer guerra ao resto de sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus”. Apoc.12:17 “…O testemunho de Jesus é o Espírito de profecia”. Apoc. 19:10.
“Edificados sobre o fundamento dos Apóstolos, dos profetas, e do qual Jesus Cristo é a principal pedra de esquina”. Efésios 2:20.
Através destes versos, fica evidente que tanto a igreja primitiva quanto a que acompanha no fim dos tempos, teria o dom de profecia. (profeta).

Apelo Urgente por Reavivamento, Reforma, Discipulado e Evangelismo

Posted: 12 de Novembro de 2010 by mundomaranatha in Profecia


Deus chamou, de forma singular, a Igreja Adventista do Sétimo Dia para viver e proclamar Sua mensagem de amor e verdade para os últimos dias do mundo (Apocalipse 14:6-12). O desafio de alcançar os mais de seis bilhões de pessoas no planeta Terra com Sua mensagem para o tempo do fim parece impossível. A tarefa é esmagadora. De uma perspectiva humana, o rápido cumprimento da Grande Comissão de Cristo, em algum momento próximo, parece improvável (Mateus 28:19, 20).

A taxa de crescimento da Igreja simplesmente não está acompanhando o crescimento da população mundial. Uma avaliação honesta de nosso impacto evangelístico atual no mundo leva à conclusão de que, a não ser que haja uma mudança dramática, não concluiremos a comissão celestial nesta geração. A despeito de nossos melhores esforços, todos os nossos planos, estratégias e recursos são incapazes de concluir a missão dada por Deus para Sua glória na Terra.

PROMESSA DE CRISTO À SUA IGREJA DO NOVO TESTAMENTO

O desafio de levar o evangelho ao mundo não é novo. Os discípulos enfrentaram esse desafio no primeiro século, e nos o enfrentamos no século 21. A igreja do Novo Testamento foi, aparentemente, confrontada com uma tarefa impossível. Porém, dotada do poder do Espírito Santo, a Igreja teve um crescimento explosivo (Atos 2:41; 4:4; 6:7; 9:31). Os primeiros cristãos compartilharam sua fé em todas as partes (Atos 5:42).

A graça de Deus transbordou do coração deles para sua família, amigos e colegas de trabalho. Apenas poucas décadas depois da crucifixão, o apóstolo Paulo relatou que o evangelho “foi pregado a toda criatura debaixo do céu” (Colossenses 1:23). Como foi possível a um desconhecido grupo de crentes relativamente insignificante exercer impacto no mundo em um período tão curto de tempo? Como tão poucos cristãos puderam ser usados por Deus para transformar o mundo para sempre?

A Grande Comissão de Cristo foi acompanhada de Sua grande promessa. O Salvador “determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai” (Atos 1:4). E também prometeu: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da Terra” (Atos 1:8).

O amor de Cristo controlava cada aspecto da vida dos discípulos e os levava a um compromisso fervoroso com Seu serviço. Eles rogaram a Deus o poder prometido do Espírito Santo e prostraram-se diante dEle em sincera confissão e fervoroso arrependimento. Davam prioridade à busca das bênçãos de Deus e dedicavam tempo para a oração e para o estudo das Escrituras. Suas mesquinhas diferenças foram absorvidas por seu desejo todo abrangente de compartilhar o amor de Cristo com todos a seu redor e de alcançar o mundo com o evangelho. Nada era mais importante. Eles reconheceram que eram incapazes de cumprir a missão sem o poderoso derramamento do Espírito Santo.

Descrevendo a experiência dos discípulos, Ellen G. White escreveu: “Pondo de parte todas as divergências, todo o desejo de supremacia, uniram-se em íntima comunhão cristã. … A tristeza lhes inundava o coração ao se lembrarem de quantas vezes O haviam mortificado por terem sido tardos de compreensão, falhos em entender as lições que, para seu bem, estivera buscando ensinar-lhes. … Os discípulos sentiram sua necessidade espiritual, e suplicaram do Senhor a santa unção que os devia capacitar para o trabalho de salvar almas. Não suplicaram essas bênçãos apenas para si. Sentiam a responsabilidade que lhes cabia nessa obra de salvação de almas. Compreendiam que o evangelho devia ser proclamado ao mundo, e reclamavam o poder que Cristo prometera” (Atos dos Apóstolos, p. 37).

Cristo cumpriu Sua palavra. O Espírito Santo foi derramado no poder pentecostal. Milhares se converteram em um dia. A mensagem do amor de Cristo exerceu impacto no mundo. Em um curto período de tempo, o nome de Jesus Cristo estava nos lábios de homens e mulheres em todas as partes. “Mediante a cooperação do Espírito divino, os apóstolos fizeram uma obra que abalou o mundo. O evangelho foi levado a todas as nações numa única geração” (Atos dos Apóstolos, p. 593).

A PROMESSA DE CRISTO PARA A IGREJA DO TEMPO DO FIM

O derramamento do Espírito Santo no Pentecostes, na chuva temporã, foi apenas um prelúdio do que está para acontecer. Deus prometeu derramar Seu Espírito Santo em abundância nos últimos dias (Joel 2:23; Zacarias 10:1). A Terra será iluminada “com Sua glória” (Apocalipse 18:1) e a obra de Deus neste mundo será rapidamente concluída (Mateus 24:14; Romanos 9:28). A Igreja experimentará um reavivamento espiritual e a plenitude do poder do Espírito Santo como nunca ocorreu antes em sua história. Falando do derramamento do Espírito Santo no Pentecostes, Pedro nos dá esta certeza: “Pois para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar” (Atos 2:39). Ellen White acrescenta: “Antes de os juízos finais de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor, tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. O Espírito e o poder de Deus serão derramados sobre Seus filhos. Naquele tempo, muitos se separarão das igrejas em que o amor deste mundo suplantou o amor a Deus e à Sua Palavra. Muitos, tanto pastores como leigos, aceitarão alegremente as grandes verdades que Deus providenciou fossem proclamadas no tempo presente, a fim de preparar um povo para a segunda vinda do Senhor” (O Grande Conflito, p. 464).

Centenas de milhares de pessoas aceitarão a mensagem dos últimos dias, dada por Deus, mediante o ensino e a pregação de Sua Palavra. Oração, estudo da Bíblia e testemunho são os elementos de todo verdadeiro reavivamento. A manifestação do Espírito Santo se intensificará à medida que o fim se aproxima. “Ao avizinhar-se o fim da ceifa da Terra, uma especial concessão de graça espiritual é prometida a fim de preparar a igreja para a vinda do Filho do homem” (Atos dos Apóstolos, p. 55) e “Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência. Operar-se-ão prodígios, os doentes serão curados, e sinais e maravilhas seguirão aos crentes” (O Grande Conflito, p. 612).

Não há nada mais importante do que conhecer Jesus, estudar Sua Palavra, compreender Sua verdade e buscar Sua promessa do derramamento do poder do Espírito Santo na chuva serôdia para o cumprimento da comissão evangélica. A profetisa de Deus para o remanescente nos últimos dias escreveu de forma muito clara para ser mal compreendida que “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-lo, deve ser nossa primeira ocupação” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 121).

Se um verdadeiro reavivamento espiritual é a maior e a mais urgente de nossas necessidades, não deveríamos, como líderes, dar prioridade à busca da bênção prometida pelo Céu, com todo o nosso coração?

NOSSA GRANDE NECESSIDADE: REAVIVAMENTO E REFORMA

Quando buscamos Jesus, Ele nos preenche com Sua presença e poder mediante a dádiva do Espírito Santo. Anelamos por conhecê-Lo melhor e o Espírito Santo reaviva as faculdades espirituais adormecidas da alma. Não há nada que desejemos mais do que ter um relacionamento profundo e transformador com Jesus. O coração reavivado experimenta uma conexão vital com Jesus mediante a oração e a Palavra, e a reforma é a mudança correspondente que ocorre em nossa vida como resultado do reavivamento.

Precisa haver um reavivamento e uma reforma, sob a ministração do Espírito Santo. Reavivamento e reforma são duas coisas diversas. Reavivamento significa renovação da vida espiritual, um avivamento das faculdades da mente e do coração, uma ressurreição da morte espiritual. Reforma significa uma reorganização, uma mudança nas ideias e teorias, hábitos e práticas. A reforma não trará o bom fruto da justiça a menos que seja ligada com o reavivamento do Espírito. Reavivamento e reforma devem efetuar a obra que lhes é designada, e no realizá-la, precisam fundir-se. Review and Herald, 25 de fevereiro de 1902” (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 128). A reforma não é manifestada com uma atitude de justiça própria que condena outros. É a transformação do caráter que revela os frutos do Espírito na vida (Gálatas 5:22-24). A obediência à vontade de Deus é evidência de todo verdadeiro reavivamento. Nosso Senhor anela por um povo reavivado, cuja vida reflita a amabilidade de Seu caráter. Não há nada que Jesus anseie mais do que um povo desejoso de conhecer pessoalmente Seu amor e compartilhá-lo com os outros.

COMPROMISSO E APELO

Como líderes e representantes da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Divisão Sul-Americana, agradecemos a nosso grande e maravilhoso Deus por Sua fidelidade e bênçãos abundantes à Sua Igreja, desde seu início. A rápida expansão mundial de Sua Igreja, em membros e em instituições, é simplesmente um milagre de Deus. Embora O louvemos pela obra maravilhosa de cumprir Seu propósito por meio de Sua igreja, e Lhe agradeçamos pelos líderes piedosos que guiaram Seu povo no passado, reconhecemos humildemente que, devido às nossas fragilidades humanas, até mesmo nossos melhores esforços são maculados pelo pecado e necessitam de purificação por meio da graça de Cristo. Reconhecemos que nem sempre temos dado prioridade ao dever de buscar a Deus pela oração e em Sua Palavra pelo derramamento do poder do Espírito Santo na chuva serôdia. Humildemente confessamos que, em nossa vida pessoal, em nossas práticas administrativas e nas reuniões das comissões, com frequência, temos agido com nossas próprias forças. Muitas vezes, a missão de Deus de salvar o mundo perdido não tem ocupado o primeiro lugar em nosso coração. Às vezes, em nossa intensa busca por fazer boas coisas, temos negligenciado o mais importante: conhecê-Lo. Com frequência, ambições mesquinhas, inveja e relacionamentos pessoais fragilizados têm subjugado nosso anelo pelo reavivamento e pela reforma e nos levado a trabalhar em nossa força humana, em vez de na de Seu divino poder.

Aceitamos a clara instrução de nosso Senhor de que “O tempo decorrido não operou nenhuma mudança na promessa dada por Cristo ao partir, promessa esta de enviar o Espírito Santo como Seu representante. Não é por qualquer restrição da parte de Deus que as riquezas de Sua graça não fluem para a Terra em favor dos homens. Se o cumprimento da promessa não é visto como poderia ser, é porque a promessa não é apreciada como devia ser. Se todos estivessem dispostos, todos seriam cheios do Espírito” (Atos dos Apóstolos, p. 50).

Confiamos no fato de que todo o Céu espera derramar o Espírito Santo, com poder infinito, para a conclusão da obra de Deus na Terra. Reconhecemos que a vinda de Jesus tem sido atrasada e que o anelo de nosso Senhor era ter vindo décadas atrás. Arrependemo-nos de nossa indiferença, de nosso mundanismo e de nossa falta de paixão por Cristo e Sua missão. Sentimos que Cristo nos chama a um relacionamento profundo com Ele, mediante oração e estudo da Bíblia, e a um mais ardente compromisso de transmitir Sua mensagem para os últimos dias ao mundo. Regozijamo-nos de que “é privilégio de todo cristão não somente aguardar, mas apressar a vinda do Salvador” (Atos dos Apóstolos, p. 600).

Assim sendo, como representantes da Igreja Sul-Americana e em nome de todos os membros, comprometemo-nos a:

1. Pessoalmente dar prioridade ao dever de buscar a Deus para um reavivamento espiritual e o derramamento do Espírito Santo, no poder da chuva serôdia, em nossa vida, família e ministério.


2. Individualmente dedicar tempo significativo, a cada dia, para manter comunhão com Cristo mediante a oração e o estudo da Palavra de Deus.


3. Examinar nosso coração e pedir ao Espírito Santo para nos convencer de tudo que nos esteja impedindo de revelar o caráter de Jesus. Desejamos ter um coração disposto a fim de que nada em nossa vida impeça a plenitude do poder do Espírito Santo.


4. Incentivar os ministros da Igreja a dedicar tempo à oração, ao estudo da Palavra de Deus e a buscar o coração de Deus, a fim de compreenderem Seus planos para Sua Igreja.


5. Incentivar cada uma das organizações da Igreja a separar tempo para que os administradores, pastores, obreiros da saúde, das publicações, educadores, estudantes e todos os colaboradores busquem a Jesus e o prometido derramamento do Espírito Santo mediante o estudo da Palavra de Deus e da oração.


6. Priorizar o Seminário de Enriquecimento Espiritual e a Jornada Espiritual como meios de envolver os membros, servidores da Igreja e instituições em um forte movimento de comunhão e reavivamento, buscando a Deus na primeira hora de cada dia.


7. Usar cada mídia disponível, bem como diferentes reuniões, seminários e programas para apelar aos membros da Igreja a buscar um relacionamento profundo com Jesus, com vistas ao reavivamento e à reforma prometidos.


8. Urgentemente apelar e convidar todos os membros da Igreja a se unir a nós no abrir o coração ao poder transformador da vida, que é o Espírito Santo, o qual transformará nossa vida, nossa família, nossas organizações e nossas comunidades.

Especialmente, reconhecemos que Deus usará as crianças e os jovens neste último e poderoso reavivamento e encorajará todos os nossos jovens a participar na busca de Deus para o reavivamento espiritual em sua vida e a capacitação do Espírito Santo para compartilhar sua fé com outros.

Apelamos a cada membro de igreja a se unir aos líderes da Igreja e a milhões de outros adventistas do sétimo dia, buscando um relacionamento mais profundo com Jesus e o derramamento do Espírito Santo na primeira hora de cada dia, e também participando da corrente mundial de oração às sete horas de cada manhã ou tarde, sete dias na semana. Esse é um apelo urgente que deve alcançar todo o nosso território e circundar o globo com sincera intercessão. Esse é o chamado para um compromisso total com Jesus e para experimentar o poder transformador de vidas do Espírito Santo, e que nosso Senhor anela nos dar agora.

Cremos que o propósito do derramamento do Espírito Santo no poder da chuva serôdia é concluir a missão de Cristo na Terra, a fim de que Ele possa vir em breve. Reconhecendo que nosso Senhor somente derramará Seu Espírito, em Sua plenitude, sobre uma igreja que tiver paixão pelas pessoas perdidas, determinamos apresentar e manter o reavivamento, a reforma, o discipulado e o evangelismo no topo de todas as nossas agendas de atividades da Igreja. Mais do que tudo o mais, anelamos pela vinda de Jesus.

Apelamos a cada administrador, líder de departamento, obreiro institucional, obreiro da saúde, colportor, capelão, pastor e membro da Igreja a se unir a nós em tornar o reavivamento, a reforma, o discipulado e o evangelismo as prioridades mais urgentes e importantes de nossa vida pessoal e em nossas áreas no ministério. Estamos certos de que, ao buscarmos a Deus juntos, Ele derramará Seu Espírito Santo sem medida, a obra de Deus na Terra será concluída e Jesus virá. Juntamente com o idoso apóstolo João, na Ilha de Patmos, clamamos: “Vem, Senhor Jesus!” (Apocalipse 22:20).

* O documento original foi votado no Concílio Anual da Associação Geral em 11/10/2010.

Fonte – Novo Tempo

Nota DDP: Os destaques são de nossa lavra.

Atos 2:37-47

E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo. Porque a promessa vos pertence a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a quantos o Senhor nosso Deus chamar. E com muitas outras palavras dava testemunho, e os exortava, dizendo: salvai-vos desta geração perversa. De sorte que foram batizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas; e perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor, e muitos prodígios e sinais eram feitos pelos apóstolos. Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.

Está chegando a hora… Vem Senhor Jesus…

 

http://diariodaprofecia.blogspot.com/

1. INTRODUÇÃO

Apresentamos uma relação das profecias que se encontram nas Sagradas Escrituras, que serve para estudos ou para confirmação da Bíblia como a palavra verdadeira e fiel de Deus aos homens. As profecias estão relacionadas de forma sucinta, apenas mencionadas, sem comentário a seu respeito. O objetivo foi permitir em pouco espaço divulgar o conjunto profético que já se cumpriu, que está se cumprindo e que ainda se cumprirá. A todos os que desejam enriquecer a sua fé na Bíblia, principalmente com relação aos acontecimentos que ainda estão pela frente, este material, temos certeza, trará contribuições concretas.

Profecia é a capacidade de falar com autoridade de parte de Deus, ou em seu nome, já que serve para predizer acontecimentos futuros ou declarar a sua vontade para o presente (ver Êxodo 3:10, 14 e 15; Deut. 18:15 e 18; II Sam. 23:2; Mateus 11:9 e 10; II S. Pedro 1:21). A profecia é o meio escolhido por Deus para comunicar-se com o homem (ver Núm. 12:6; Amós 3:7). A Bíblia chegou aos homens por este dom (ver II Tim. 3:16; II S. Pedro 1:20 e 21). As escrituras testificam de Jesus, e o dom de profecia é apropriadamente chamado “o testemunho de Jesus” (Apoc. 19:10; João 5:39; Apoc. 12:17). O dom de profecia manifesta-se por meio de visões, sonhos ou inspiração especial que chega à mente (ver Núm. 12:6; Apoc. 1:1-3); e então o instrumento humano converte-se no porta-voz de Deus (ver II Sam. 23:2; Mateus 3:3; II S. Pedro 1:21). Deus tem o propósito de que este importante dom do Espírito estivesse com Sua igreja até o fim dos tempos (ver Joel 2:28 e 29; Apoc. 12:17; 19:10). Na realidade, deve ser o sinal para identificar a verdadeira igreja de Deus nos últimos dias (Apoc. 12:17; 19:10). Isto é muito razoável, porque Deus sempre tem usado este meio para revelar-se e transmitir suas mensagens ao mundo desde a queda de Adão.

Sobre a profecia em geral, registram-se os seguintes versículos:

- É predição sobre acontecimentos futuros: Gênesis 49:1; Números 24:14; Dan 2:45
- Deus é seu autor: Isaias 44:7; 45:21;
- Deus as dá, por meio de Cristo: Apocalipse 1:1;
- Um dom de Cristo: Efésios 4:11; Apocalipse 11:3;
- Um dom do Espírito Santo: I Cor. 12:10;
- Não vem por vontade de homem: II Pedro 1:21;
- Dadas desde o princípio: Lucas 1:70;
- É uma palavra certa: II Pedro 1:19;
- Deus cumpre-a: Isaias 44:26; Atos 3:18;
- Cristo, seu grande tema: Atos 3:22-24; 10:43; I Pedro 1:10-11
- Cumpridas em Cristo: Lucas 24:44;
- Seu dom prometido: Joel 2:28; Atos 2:16 e 17;
- Para o benefício de outras gerações: I Pedro 1:12;
- Uma luz em lugar escuro: I Pedro 1:19;
- Não vem de particular elucidação: II Pedro 1:20;
- Não a desprezemos: I Tessalonicenses 5:20;
- Demos-lhe ouvidos: II Pedro 1:19;
- Recebamo-lha com fé: II Coríntios 20:20; Lucas 24:25;
- Bênção de lê-la, ouví-la e observa-la: Apoc. 1:3; 22:7;
- Culpa de pretender possuir o dom de profecia: Jeremias 14:14; 23:13 e 14; Ezequiel 13:2 e 3.

Serão castigados os que:

- Não lhe derem ouvidos: Neemias 9:30
- Adicionarem ou subtraírem algo: Apoc. 22:18 e 19;
- Fingir possuir seu dom: Deut. 18:20; Jeremias 14:15 e 23:15;
- Fingir estar convertidos: Números 24:2-9; I Sam. 19:20-23; Mateus 7:22; João 11:49-51; I Cor. 13:2;
- Como deve ser testada: Deut. 13:1-3; 18:22.

2 – PROFECIAS QUE JÁ SE CUMPRIRAM

Do cativeiro dos judeus
-
Sua predição: Deut.: 28:36; I Reis 14:15; Isaias 39:7; Jeremias 13:19; 25:8 a 12; Amós 7:11; Lucas 21:24.
- Seu Cumprimento: II Reis 15:29; 17:6; 18:11; 24:14; 25:11; II Crôn. 28:5. O cativeiro durou de 606 a 538 aC.

Da conversão dos gentios
-
Passagens em que foi profetizada: Gên. 22:18; Salmos 22:27; 86:9; Isaias 9:2; 49:6; 60:3; Daniel 7:14; Oséias 2:23; Efésios 3:6.
- Exemplos do cumprimento: Atos 2:41; 2:47; 4:4; 5:14; 6:7; 9:31; 11:1, 21 e 24; 13:12 e 48; 14:1; 15:7; 16:5 e 33-34; 17:4; 18:6 e 8; 28:28; Apoc. 11:15

Da destruição de Babilônia
- Profecias: Salmo 137:8; Isaias 13:19; 14:22; 21:9; 43:14; 47:1; 48:14; Jeremias 25:12; 50:1, 51:1; Daniel 2:37 a 39; 5:26 a 28.
- Babilônia foi conquistada pelos Medo Persas em 539 aC, sendo destruída em parte por Xerxes mais tarde, estando em completa ruína na época de 20 aC. Conforme a profecia, nunca mais foi reconstruída. A mesma profecia refere-se também à babilônia espiritual, o grande poder religioso no fim dos tempos, como se pode ver em Apoc. cap 18 e 19.

Da destruição de Jerusalém
-
Isaias 3:1; Jeremias 9:11; 19:8; 21:10; 25:18; Amós 2:5; Miquéias 3:12; Mateus 23:37 e 38; 24:15 a 21; Lucas 19:43 e 44; 21:24.
- Jerusalém foi destruída em 70 dC.

O grande período profético dos 2.300 anos de 457 aC a 1844.
Foi profetizado através de Daniel, que haveria um período de 2.300 anos, que se iniciaria no ano 457 aC, com o decreto da reconstrução de Jerusalém (Dan. 9:25) e concluiria com o início do juízo investigativo no céu, em 1844. Dan 8:14. Este grande período divide-se em sub-períodos.

Primeiro sub-período, de 490 anos, que se inicia em 457 aC e termina em 34 da nossa era. Foi destinado ao povo judeu para que aceitasse a Jesus Cristo (Atos 8:1 a 3 e 26:9 a 12), que como se sabe, com a apedrejamento de Estevão, em 34, rejeitaram de vez o evangelho. Nesse ano inicia-se outro sub-período de 1810 anos, até 1844, de pregação do evangelho aos gentios (não judeus) (Atos 13:46 e Dan 8:14). O primeiro sub-período divide-se em outros períodos menores, como, os 49 anos, de 457 aC até 408 aC, para a reconstrução dos muros de Jerusalém (Esdras 6:14; 7:6-26; Dan 9:25. Mais outros 434 anos se passaram até a unção de Jesus Cristo (Dan 9:25 e 26), até o ano 34. Para o final deste último período, Daniel profetizou um pequeno período de uma semana profética, 7 anos literais, do ano 27 a 34 dC. No ano 27 Jesus foi ungido (S. Mateus 3:13, 17 e Atos 10:38. Na metade da semana, foi crucificado, em 31, (Dan 9:26,27) e no ano 34 Estevão foi apedrejado (Atos 7:59-60; 6:8-15 e 8:1).

O terceiro sub-período, que se cumpriu fielmente, durou 1260 anos de perseguição aos que seguiam a Bíblia integralmente (Apoc. 11:2 e 3; 12:6 e 14; 13:5, e Dan. 7:25 e 12:7; Dan 9:22 – 27), que durou de 538, com o estabelecimento firme do papado, até 1798, com a deposição do Papa Pio VI pelo general francês Bertier, em 10/02/1798. Nesta data iniciou-se o tempo de fim (Dan. 12:9 e 4). Nesta data também terminou a grande perseguição (fogueiras, inquisição, arena de leões, gladiadores, leis dominicais, união da igreja com o estado, etc.) O que aconteceu durante os 1260 anos denomina-se o período da idade escura da humanidade, onde os maiores horrores aconteceram e que degradou espiritualmente o mundo, levando a desconfiança sobre a verdadeira intenção dos religiosos. Foram denominados “ópio do povo”, por líderes que não conheciam o verdadeiro evangelho.

Este grande período de Daniel 8:14 pode ser melhor estudado num diagrama preparado para tal fim, disponível aos que o desejarem.

Em síntese, as profecias de Daniel envolvem 16 cenários futuros:
1)
Babilônia perderia a hegemonia
2) Seria substituída pela Medo-Pérsia
3) Este reino seria inferior am glória e riqueza à Babilônia, e assim sucessivamente, cada reino inferior ao seu precedente
4) A Medo-Pérsia seria substituída pela Grécia
5) A Grécia seria substituída por Roma
6) Roma seria dividida em 10 reinos
7) Roma seria forte e fraca ao mesmo tempo
8) Haveria tentativas de implantar um reino mundial
9) Haveria alianças com semente humana
10) Estas tentativas de união não atingiriam seu objetivo
11) A figura apoteótica de Cristo sobre as nações
12) Sua segunda vinda – pedra cortada sem mãos
13) A pedra abarcaria o mundo todo
14) Não haveria mais impérios locais
15) Desmoronamento total da babilônia e de suas riquezas
16) Implantação do Reino de CRISTO

Pelo cálculo da probabilidade, as profecias de Daniel tem apenas uma possibilidade em 437.893.890.380.859.375 tentativas para dar certo integralmente, nessa ordem. Só DEUS conhece o fim desde o princípio.

- A grande profecia de Daniel 2:31-45, sobre a estátua que representa os reinos desde o império babilônico até os últimos dias. Todos os versículos referem-se a Daniel cap. 2.

- Cabeça de ouro (32, 37 e 38): Reino babilônico – de 606 a 538 aC;
- Peito de prata (32 e 39): Medo-Pércia – de 538 a 331 aC;
- Ventre e coxas de bronze (32 e 39): Grécia – de 331 a 168 aC;
- Pernas de ferro (33 e 40): Roma – de 168 aC a 476 dC;
- Pés em barro e ferro: Divisão o reino de Roma em dez reinos, que jamais formariam um império mundial;
- Não haverá mais império mundial: (43) – houveram casamentos entre nobres na Europa, porém não mais uniram-se os reinos divididos;
- A pedra que destruiu a estátua: (44 e 45) – é a profecia da segunda vinda de Jesus a este mundo.

- A grande profecia de Daniel 7 – os 4 animais. Todos os capítulos e versículos referem-se ao livro de Daniel.
- Leão com asas de águia (7:4): Reino da Babilônia, de 606 a 538 aC;
- Urso, que trazia entre os dentes três costelas (7:5): Império Medo-Persa, de 538 a 331. As três costelas simbolizam os principais poderes deste reino, ou seja, a Lídia, Babilônia e Egito.
- Leopardo, com quatro asas e quatro cabeças (7:6): Império grego de Alexandre o Grande, de 331 a 163. As quatro asas significam um reino muito veloz, como realmente foi, conquistou o mundo em menos de uma década, um feito sem precedentes. As quatro cabeças representam os quatro reinos em que se dividiu este império em 301 aC, que foram dominados por Ptolomeu, Cassandro, Seleuco e Lisímaco.
- Animal terrível e espantoso (Daniel não comparou com animais conhecidos), forte, com dentes de ferro e dez chifres e mais um chifre pequeno (7:7 e 8): Trata-se do império romano, de 168 aC a 476 dC. Os dentes de ferro representam a força destruidora deste reino; os dez chifres representam dez reinos bárbaros que sucederam Roma, ou seja os Ostrogodos, Visigodos, Francos, Vândalos, Suevos, Alamanos, Anglo-saxões, Hérulos, Lombardos e Burgúndios. O chifre pequeno representa Roma Papal, pequena no início mas que cresceu e superou os demais em poder.

Profecias relacionadas ao capítulo 7 de Daniel:
-
O animal foi morto (v. 11) refere-se a destruição de poder romano por ocasião da segunda vinda de Cristo, ainda a ocorrer;
- Foi tirado o domínio dos outros animais anteriores (v. 12) refere-se aos reinos anteriores que perderam o poder, porém seus habitantes não foram exterminados, como será no caso do quarto animal, quando da segunda vinda de Cristo;
- Segunda vinda de cristo (v.13 e 14), refere-se a retorno de Cristo, ainda a ocorrer;
- O capítulo 7 de Daniel contém outras profecias que são detalhes da grande profecia acima mencionada. Estas profecias foram omitidas aqui para não tornar a relação profética muito extensa.

A grande profecia de Daniel capítulo 8, especificamente sobre os tempos finais. Em síntese, os elementos da profecia são:
- Um carneiro com dois chifres (reis da Média e da Pérsia);
- Surgiu um bode com um chifre notável entre os olhos (A Grécia, e o chifre, o seu primeiro rei) e destruiu o reino Medo-Persa;
- O chifre notável foi quebrado e em seu lugar vieram quatro chifres, significando os quatro reis que sucederam a Alexandre o Grande, com força inferior;
- De um dos quatro chifres saiu um chifre pequeno, que se tornou muito forte, para o oriente e para a terra gloriosa, cresceu até os céus (…) engrandeceu-se etc. Refere-se a Roma como império e a Roma papal, esta tornando-se um poder mundial, muito forte no período da Idade Média, perseguindo os cristãos que queriam obedecer fielmente os princípios bíblicos. Roma papal havia gradativamente alterado estes princípios, dando cumprimento à profecia. Há muitos detalhes a mais nesta profecia que merecem melhor atenção, em estudo particular.

- A profecia das sete igrejas, que se refere a história da igreja de Deus antecipadamente descrita. Apocalipse cap. 2 e 3.
Esta profecia encontra-se em Apocalipse capítulo 2 e 3. Apresentamos apenas as informações mais importantes a respeito. Esta profecia pode ser melhor estudada em diagrama que está disponível aos interessados.
- Primeira igreja: Éfeso, de 34 a 100 – Boas obras;
- Segunda igreja: Esmirna, de 100 a 313 – Igreja perseguida;
- Terceira igreja: Pérgamo, de 313 a 538 – Igreja popularizada;
- Quarta igreja: Tiatira, de 538 a 1517 – Igreja deturpada;
- Quinta igreja: Sardes, de 1517 a 1833 – Reforma espiritual;
- Sexta Igreja: Filadélfia, de 1833 a 1844 Igreja missionária;
- Sétima igreja: Laodicéia, de 1844 até o fim – Igreja morna.

- A profecia dos sete selos, que se refere à natureza da luta em que se envolvem as respectivas igrejas.
Esta profecia encontra-se em Apocalipse capítulo 6. Como a anterior, serão apresentadas apenas informações importantes. Também pode ser melhor estudado no diagrama acima mencionado.
- Primeiro selo – cavalo branco: de 34 a 100 – pureza;
-  Segundo selo – cavalo vermelho: de 100 a 313 – perseguição;
- Terceiro selo – cavalo preto: de 313 a 538 – apostasia;
- Quarto selo – cavalo amarelo: de 538 a 1517 – trevas espirituais;
- Quinto selo – reforma espiritual: de 1517 a 1755 – almas em baixo do altar;
- Sexto selo – mensagem do advento: de 1755 a … – sinais do fim;
- Sétimo selo Apoc 8:1 – é a segunda vinda de Jesus Cristo, que não se cumpriu ainda, como sabemos.

As sete trombetas, que se refere as guerras de natureza política mas com conseqüências no mundo religioso. Igualmente apenas faremos referência. Pode ser estudado em diagrama. Apoc. 8: 6-13; 9:1-21; 10:15-19.
- Primeira trombeta: Invasão da Europa pelos Godos comandados por Alarico (Apoc. 8:6-7), com destruição de Roma.
- Segunda trombeta: Invasão pelos Vândalos de Genserico, vindo pelo mar e destruindo Roma em 455, saquendo-a por 14 dias e posterior destruição da esquadra naval com morte de 1/3 do exército romano, cerca de 30.000 soldados.
- Terceira trombeta: Invasão pelos Hunos de Átila, que em 452, na batalha às margens do Marne, eliminou 150.000 soldados romanos.
- Quarta trombeta: Invasão dos Érulos de Odoacro, que destruiu definitivamente o Império Romano Ocidental, em 476, sendo deposto Rômulo, o último dos Césares.
- Quinta trombeta: Período de muitas guerras, onde se distinguiram as conquistas dos Sarracenos, Maomé e os Otomanos, e que culminou com a Queda de Constantinopla, em 1453, e o fim do Império Romano Oriental. Terminou de todo o império romano.
- Sexta trombeta: Foi o período de supremacia turca e árabe, e que terminou em 11 de agosto de 1840 com o fim da supremacia turca e a queda do império otomano.
- Sétima trombeta, está em vigor, com nações iradas e preparo para o fim do mundo e segunda volta de Cristo.

- O escurecimento do Sol e da Lua e a chuva de meteoritos
Marcos 13:24 e 25; Isaias 13:10; Ezequiel 32:7; Joel 2:10; 11 e 30 a 32; Apoc 6;12 a 14; Lucas 21:25. Isto se cumpriu, quanto em 19/05/1780 ocorreu o escurecimento do Sol e a noite a Lua ficou como saco de silício, e em 13/11/1833 ocorreu a chuva de meteoritos, na América do Norte.

- O movimento religioso do séc. XIX, previsto no cap. 10 de Apocalipse.

- As duas testemunhas (velho e novo testamentos) oprimidas pelo papado, Apoc. 11:3-6.

- As duas testemunhas mortas pela França, Apoc. 11:7-14.

As profecias de Apocalipse 12
Apenas apresentamos os tópicos mais relevantes.
- A vitória de Cristo contra Satanás na Terra, (v. 1-5).
- A Igreja no deserto perseguida pelo papado, (v. 6-15).
- A reforma do séc. XVI (v. 16).
- Dragão vermelho (v. 3 – 4): representa o Império Romano e Satanás;
- tinha 7 cabeças (3 – 4): os fortes poderes romanos;
- dez chifres (3 – 4): divisão do império romano em 10 reinos, formando a Europa;
- cauda de dragão (3 – 4): representa a força do poder romano;
- parou diante da mulher (3 – 4): representa Herodes que quis matar Jesus;
- deu luz a um filho (5): Maria gerou a Jesus;
- a mulher fugiu para o deserto (6): Maria, com José, fugiram para o Egito escapando de Herodes;
- outra vez a mulher foi sustentada no deserto, por 1 tempo (1 ano profético), tempos (2 anos proféticos) e metade de um tempo (meio ano profético) perfazendo 1260 anos literais: Trata-se da grande perseguição que a Igreja católica empreendeu contra os seguidores da Bíblia, por 1260 anos, Idade Média, de 538 a 1798. Em 538, o Edito de Justiniano punia com pena de morte aos que não obedecessem o Bispo de Roma. Neste ano (538) foi estabelecido o Papa em Roma. Durante o Séc. V, aplica-se com todo o rigor a guarda do Domingo, até então muitos católicos ainda observavam o Sábado. Em 787, o Concílio de Nicéia estabelece o culto às imagens. Em 800, a lei dominical de Carlos Magno proíbe trabalho no Domingo. Em 1229 estabeleceu-se o tribunal da inquisição, que durou 500 anos. No Séc XII surgem os reformadores, movimento que culminou com o Protesto de Spira em 19/04/1529 e com a pregação das 95 teses de Lutero, em 31/10/1517, contra Roma. Em 1773, ocorreu o fim da grande perseguição (aqueles dias foram abreviados) e em 1798 cai o Papa pela espada de Napoleão.
- O dragão irou-se (outra vez) contra a mulher (igreja) (17): novamente, no fim da história, a igreja do Papa promoverá perseguição aos que guardam a Bíblia.

As profecias de Apocalipse 13

 A primeira besta ou o papado na Idade Média, Apoc. 13:1-10.
- A besta que saiu do mar (Europa, onde tem muita gente), que tinha 7 cabeças e 10 chifres (v.7): Interpretação idem a Apoc 7:3 a 4.
- A besta é ferida de morte (3 a 4): Em 10/02/1798, Napoleão Bonaparte depos o Papa, que morreu em 29/08/1799.
- A chaga mortal foi curada (3 e 4): Em 14/03/1800 foi eleito novo Papa, Pio VII;
- e toda a terra se maravilhou após a besta (3 a 4): O mundo todo, cada vez mais, admira o papa, desde o seu reestabelecimento.
- Fez guerra contra os santos (5 – 10): Novamente referindo-se a grande perseguição já mencionada anteriormente, por 1260 anos, de 538 a 1798.

A segunda besta ou os Estados Unidos, Apoc. 13:11.
- A besta que subiu da terra (11): Veio da terra, onde haviam na época poucos habitantes, ou seja, a América do Norte. Trata-se dos Estados Unidos da América, cuja independência foi proclamada em 04/07/1776, firmando-se como a nação mais poderosa do mundo.
- Tinha dois chifres de cordeiro (11): Representa a liberdade civil e religiosa nos EUA, garantidas pela constituição.
- Falava como o dragão (Satanás) (11): Por fim, os EUA falarão do mesmo modo como o papado, unindo-se a ele. É a atual união do protestantismo com a Igreja Católica, em breve com o apoio formal do estado americano. Os EUA darão força ao papado.
- Exercerá o poder da primeira besta (12): Fará o que o papado fez durante os 1260 anos. (é futuro próximo)
- Para adorar a primeira (papado) besta (12): Confirma a aliança dos EUA com o Vaticano. (é futuro próximo)
- Grandes sinais (13): Trata-se das maravilhas e prodígios realizados pelo espiritismo, que também se une ao catolicismo. Isto já é uma realidade hoje.
- Engana os que habitam na terra (14): Novamente voltarão os protestantes a seguir os preceitos da Igreja Católica, o que aliás já ocorre a tempo. O protestantismo (dos reformadores) foi esquecido pelos protestantes. É o atual ecumenismo ou união das igrejas, unindo catolicismo, protestantismo e espiritismo.
- Morte aos que não adorassem a imagem da besta (15): O protestantismo é a imagem (semelhança) da besta (papado), que unido ao estado (assim se concede vida a imagem da besta, que recebe poder formal), repetirá o que ocorreu na grande perseguição dos 1260 anos.
- Impondo o sinal da besta (16 e 17): O sinal da besta é a guarda do Domingo, não bíblico, instituído pelo Edito de Constantino, em 07/03/321, como o dia do Sol, que o papado sancionou mais tarde como o “dia do Senhor”. Foi adotado pelo protestantismo no século 17. Os EUA decretarão a imposição da guarda do Domingo.
- Número da besta (18) – 666: refere-se ao Papa, identificado na inscrição constante em sua coroa, comparada com os números romanos, ou seja: V (5); I (1); C (100); A: R: I (1); V (5); S; F; I (1); L (50); I (1); I (1); D (500); E; I (1); PERFAZENDO 666 DE APOC 13:18.
- A grande Babilônia do Apocalipse, cap. 17.
A maior parte destas profecias já se cumpriu ou está em pleno cumprimento. Pouco delas está pela frente.

Sobre os oponentes de Deus e seu povo – Em Apocalipse
- Roma e as nações modernas: Caps. 8; 9 e 11:15;
- O Papado, na idade média e futuro: Caps. 13; 12; 11:3-6;
- A revolução francesa inimiga da Bíblia: Cap. 11
- O protestantismo norte-americano: Cap. 13:11-18
- A grande Babilônia: Caps. 14:8; 18:1-4; 17; 16:13.

3 PROFECIAS ACERCA DE JESUS, QUE JÁ SE CUMPRIRAM

As profecias estão ordenadas cronologicamente e acompanhadas pelo seu cumprimento.

- Seria “semente de uma mulher”
Profecia: Gênesis 3:15
Cumprimento: Gálatas 4:4; Lucas 2:7; Apoc. 12:5; Mat. 1:18

- Seria descendente de Abraão
Profecia: Gênesis 18:18 (12:3)
Cumprimento: Atos 3:25; Mateus 1:1; Lucas 3:34; Gál. 3:16

- Seria descendente de Isaque (filho de Abraão)
Profecia: Gênesis 17:19
Cumprimento: Mateus 1:2; Lucas 3:34

- Seria descendente de Jacó (filho de Isaque)
Profecia: Números 24:17 e Gênesis 28:14
Cumprimento: Lucas 3:34; Mateus 1:2

- Descenderia da Tribo de Judá
Profecia: Gênesis 49:10
Cumprimento: Lucas 3:33; Mateus 1:2-3

- Descendente de Davi
Profecia: Jer. 23:5 e 6
Cumprimento: Mateus 22:41-46

- Seria herdeiro do trono de Davi
Profecia: Isaias 9:7 e 11:1-5; II Samuel 7:13
Cumprimento: Mateus 1:1 e 6

- Seu lugar de nascimento
Profecia: Miqueias 5:2
Cumprimento Mateus 2:1; Lucas 2:4-7

- A época de nascimento
Profecia: Daniel 9:25
Lucas: 2:1-2 e 2: 3-7

- Nascido de uma virgem
Profecia: Isaias 7:14
Cumprimento: Mateus 1:18; Lucas 1:26-35

- A matança dos meninos
Profecia: Jeremias 31:15
Cumprimento: Mateus 2:16-18

- A fuga para o Egito
Profecia: Oséias 11:1
Cumprimento: Mateus 2:14 e 15

- João Batista preparando o caminho
Profecia: Malaq. 3:1; Isa. 40:3; II Reis 1:8
Cumprimento: Mat. 3:3; Marc. 1:4 e 6

- Seu ministério na Galiléia
Profecia: Isaias 9:1 e 2
Cumprimento: Mateus 4:12-16

- Iria curar doenças, carregando Ele mesmo nossos sofrimentos
Profecia: Isaias 53:4
Cumprimento: Mat. 8:17

- Seu ministério na região de Zebulom e Naftali
Profecia: 9:1
Cumprimento: 4:15-16

- Como profeta
Profecia: Deuteronômios 18:15
Cumprimento: João 6:14; 1:45; Atos 3:19-26

- Como servo de DEUS
Profecia: Isaias 42:1-4
Cumprimento: Mateus 12:18-21

- Falaria por parábolas
Profecia: Salmos 78:2
Cumprimento: 13:35

- Seria sacerdote como Melquisedeque
Profecia: Salmos 110:4
Cumprimento: Habacuque 6:20; 5:5 e 6; 7:15-17

- O desprezo por parte do judeus
Profecia: Isaias 53:3
Cumprimento: João 1:11; 5:43; Lucas 4:29; 17:25; 23:18

- Algumas de suas características
Profecia: Isaias 11:2; Salmos 45:7; Isaias 11:3 e 4
Cumprimento: Lucas 2:52; 4:18

- Sua entrada triunfal em Jerusalém
Profecia: Zacarias 9:9; Isaias 62:11
Cumprimento: João 12:12-14; Mateus 21:1-11

- Seria traído por um amigo
Profecia: Salmos 41:9
Cumprimento: Marcos 14:10 e 43-45; Mateus 26:14-16

- Seria vendido por trinta moedas de prata
Profecia: Zacarias 11:12 e 13
Cumprimento: Mateus 26:15; 27:3-10

- O dinheiro seria devolvido para comprar um campo de um oleiro
Profecia: Zacarias 11:13
Cumprimento: Mateus 27:6 e 7; 27:3-5; 8-10

- O lugar de Judas deveria ser ocupado por outro
Profecia: Salmos 109:7 e 8
Cumprimento: Atos 1:16-20

- Testemunhas falsas o acusariam
Profecia: Salmos 27:12; 35:11
Cumprimento: Mateus 26:60 e 61

- Permaneceria em silêncio quando acusado
Profecia: Isaias 53:7; Salmos 38:13-14
Cumprimento: Mateus 26:62 e 63; 27:12-14

- Seria golpeado e cuspido
Profecia: Isaias 50:6
Cumprimento: Marcos 14:65; 15:17; João 19:1-3; 18:22

- Seria odiado sem motivo
Profecia: Salmos 69:4; 109:3-5
Cumprimento: João 15:23-25

- Sofreria em substituição a nós
Profecia: Isaias 53:4-6 e 12;
Cumprimento: Mateus 8:16 e 17; Rom. 4:25; I Col. 15:3

- Seria crucificado com pecadores
Profecia: Isaias 53:12
Cumprimento: Mateus 27:38; 15:27 e 28; Lucas 23:33

- Suas mãos e pés seriam traspassados
Profecia: Salmos 22:16; Zacarias 12:10
Cumprimento: João 20:27; 19:37; 20:25 e 26

- Seria escarnecido e insultado
Profecia: Salmos 22:6-8
Cumprimento: Mateus 27:30-44; Marcos 15:29-32

- Dariam a Ele fel e vinagre
Profecia: Salmos 69:21
Cumprimento: João 19:29; Mateus 27:34 e 48

- Ouviria palavras proféticas com zombaria
Profecia: Salmos 22:8
Cumprimento: Mateus 27:43

- Oraria por seus inimigos
Profecia: Salmos 109:4; Isaias 53:12
Cumprimento: Lucas 23:34

- Seu lado seria traspassado
Profecia: Zacarias 12:10
Cumprimento: João 19:34

- Os soldados lançariam sortes sobre suas roupas
Profecia: Salmos 22:18
Cumprimento: Marcos 15:24; João 19:24

- Seus ossos não seriam quebrados
Profecia: Salmos 34:20; Êxodo 12:46
Cumprimento: João 19:33

- Seria sepultado com os ricos
Profecia: Isaias 53:9
Cumprimento: Mateus 27:57-60

- Sua ressurreição
Profecia: Salmos 16:10, 110; Isa. 53:8, 10; Zac. 6:12 e 13; Mateus 16:21; Atos 2: 24; 8:32 e 33
Cumprimento: Mateus 28:9; Lucas 24:36-48

- Sua ascensão
Profecia: Salmos 68:18
Cumprimento: Lucas 24:50 e 51; Atos 1:9

4. PROFECIAS QUE ESTÃO SE CUMPRINDO

(Retratam com fidelidade os dias atuais, embora escritas a 2.000 anos atrás, ou mais, se forem do velho testamento)

- Da propagação do evangelho
Isaias 2:2 e 3; 29:18; 52:7; 61:1; Dan. 12:3-10; Miq. 4:1; Mateus 24:14; 28:18-20; Marcos 13:10; 16:15; Lucas 24:14 e 47; Atos 1:8 e 2:17-21 (=Isa. 2:2-3); Colossenses 1:28; Apocalipse 14:6

- Dos últimos dias, suas condições econômicas e políticas
II Tim. 3:1 e 13; Mateus 24:6-7; Marcos 13:7-8; Luc. 21:9-11

- Do juízo final
Joel 2:11 e 31; Sofonias 1:14; Malaquias 4:1; Mateus 25:31 – 32; Habacuque 9:27 e 10:25; II Pedro 2:9; 3:7; I João 4:17; Romanos 2:5; II Tim. 1:12; Judas 6 e 15; Apoc. 6:17 e 20:12.

- Do derramamento do Espírito Santo
Isaias 32:15 e 59:21; Ezequiel 39:29; Joel 2:28; Zacarias 12:10; Mateus 3:11; Lucas 11:13 e 24:49; João 7:39, 14:16 e 16:7; Atos 1:8, 2:38 e 2:17-21; Rom. 5:5; Tito 3:5-6.

- Da perseguição da Igreja
Mateus 10:17 e 24:9; Lucas 21:12; Joel 15:20 e 16:2; II Tim. 3:12; Apoc. 2:10.

- Sinais do fim do mundo
Mateus capítulo 24; Marcos 13:6 a 32; Lucas 21:7 a 19

- Falsos cristos
Mateus 24:5 e 24; Marcos 13:6 e 22

- Contexto social (de corrupção e imoralidade) nos tempos do fim
II Timóteo 3:1-6 e 13; Lucas 17:26 e 28; II Pedro 3:3; Dan 12:9-10; Rom. 1:28-32; 3:10-18

- Angústia no fim dos tempos
S. Lucas 21:11 e 26

- Situação moral e homossexualismo
Rom. 1:18-27

- Sobre os zombadores das profecias, nos últimos tempos
II Pedro 3:3 e 4

- Os pés da estátua
Daniel capítulo 2:44 e 45

- Sobre a aparente “paz e segurança”, antes do fim
I Tes. 5:2 e 3

- Sobre a apostasia antes da vinda de Cristo
II Tes. 2:3 a 6; 11 e 12; I Tim. 1:19; 4:1 a 5; II Tim. 4:1-4; Heb.3:12; II Pedro 3:17; Lucas 18:8; Rom. 1:18-25

Profecias em cumprimento no Apocalipse
-
A Igreja de Laodicéia, cap. 3:14-22.
- A Corte do Universo, cap. 4.
- Quatro anjos detendo os ventos, cap. 7:1.
- A Igreja que adora no santuário, cap. 11:1-2.
- A sétima trombeta ou o movimento do advento, cap. 11:15-18.
- As duas primeiras mensagens angélicas, cap. 14:6-8.

5. PROFECIAS QUE AINDA SE CUMPRIRÃO

Estas profecias encontram-se todas no livro do Apocalipse.

Profecias que se cumprirão durante a crise final:
-
O selamento do povo de Deus, cap. 7:2-8.
- A Lei de Deus vista no santuário, cap. 11:2-8.
- O povo do advento perseguido, cap. 12:17.
- A opressão da segunda besta nos Estados Unidos, cap. 13:12-18.
- A destruição da terra pelo fogo, cap. 14:10; 20:10 e 15; 21:8
- O terceiro anjo e o sinal da besta, cap. 14;9-13.
- A vindima das uvas ímpias, cap. 14:17-20.
- Sobre o fim do tempo de graça (ou de escolha): Cap. 15:1, 5-8;
- As sete pragas: Cap 16;
- Sobre os três últimos impérios, cap. 17:9 e 10
- Sobre a ação final de Satanás, 17:11
- Sobre a organização do mundo para a batalha final, 17:12-14
- Sobre a revolta das nações contra a Besta, 17:16-17
- O alto clamor de terceiro anjo, cap. 18:1-4;
- A queda de babilônia (poder papal): Caps 18 e 19;

Profecias que se cumprirão após a crise final:
-
A abertura do sétimo selo, cap. 8:1;
- A segunda vinda de Cristo: Caps. 1:7; 3:3 e 11 14:14-20; 19:11-21;
- Todo o olho O verá: cap 1:7
- O milênio, após a segunda vinda: cap. 20;
- A prisão milenar de Satanás, cap. 20:1-3.

Profecias que se cumprirão na Nova Jerusalém
-
A nova Jerusalém: Cap. 21 e 22;
- Uma multidão incontável vitoriosa, cap. 7:9-17; 14:1-5; 15:2-4;
- Os 144.000 na glória, cap. 14:1-5;
- O regozijo da vitória dos 144.000 contra a besta, cap. 15:2-4;
- A festa das bodas do Cordeiro, cap. 19:1-10;
- O juízo dos ímpios no milênio: Cap 20:4-6.

Profecia a cumprir-se no fim do milênio
- O juízo executivo dos anjos e dos ímpios, cap. 20:7-10.

Profecias a cumprirem-se na restauração
- Novo céu e nova terra: Cap. 21:1-8; 7:13-17
- A metrópole da Nova Terra, cap. 21:9-22.
- Epílogo, cap. 22:6-21.

Profecias que se encontram em outros livros;
- A destruição da terra por fogo (trata-se da execução do juízo final, ou a segunda morte): II Pedro 2:4; 3:7; Malaquias 4:1; Mateus 3:12; 5:22 e 29; 10:28; 13:42; 18:9; 23:15 e 33; Isaias: 33:14; 66:24; I Tes. 1:8 e 9; II Ped. 3:7 e 10-12; marcos 9:43; Lucas 12:5; Tiago 3:6.
- O dia escuro antes da 2a Vinda: Isaias 13:9-11; Jó 34:20; Ezeq. 32: 7-8;
- Haverá um grande julgamento: Mateus 25:31 a 46; Dan. 7:10 e 22;
- A terra será destruída com a vinda de Cristo: II Pedro 3:10
- Os reinos deste mundo serão destruídos com a vinda de Cristo: Dan 7:12-26
- Haverá novo céu e nova terra: II Pedro 3:13; Daniel 7:14 e 18; João 14:3; Isaías 65:17-25 (as características do novo Céu); I Cor. 2:9
- A segunda vinda de Jesus: Daniel 2:44 e 45; 7:13 e 14; Mat. 24:44; Atos 1:11; II Ped. 3:10
- Aqueles que O traspassaram, o verão: João 19:37 (Zaq. 12:10); Apoc. 1:7 (todos O verão)
- Falsos profetas nos tempos finais: Mateus 24:4-5, 11 e 24; I João 4: 1; II João 7;
- Revelação do Anti-Cristo, no final dos tempos: II Tess. 2:3, 4, 7, 9 e 10 a 12; João 4:3;
- Ministério do engano: Atos 20: 29 a 30; II Tess. 2: 3 a 12;
- Tempos de angústia (apreensão, insegurança): Daniel 12:1; Isaias 13:9 a 11; 34:1 a 4; Ezequiel 32: 8 a 10; Lucas 21:26; Apoc. 6: 15 a 17;
- Fim do sistema Papal: Dan. 7:11 e 26;
- O Reino de Cristo será eterno: Dan 7:18;
- Os santos tomarão parte no julgamento, por 1000 anos: I Corr. 6:2 e 3; Apoc. 20:4.

Bibliografia consultada

BÍBLIA VIDA NOVA. São Paulo – SP, CPB, 1990.
CAIJ, Fernando. Preparação para a crise final. Santo André, SP. CPB, 1975.
Comentário Bíblico Adventista, Publicaciones Interamericanas, Division Hispana de la Pacific Press Publishing Assiciation (EUA). v. 4, p 206-7 e v. 6, p 766.
DANIEL S.D.A.B.C, FAT, 1979.
GOMES, Edson Pereira. Diagrama histórico religioso da terra. Castro, Paraná. Kugler Artes Gráficas Ltda, 1978.
MELLO, Araceli S. As verdades dobre as profecias do Apocalipse. São Paulo, 1982.
THOMPSON, Frank Charles. Bíblia de referência Thompson. Ed. Vida, 1993.
WITE. E. G. O Grande conflito. Santo André, SP. CPB, 1981.

Organização: Prof. Sikberto R. Marks

A Trindade do Mal: Catolicismo, Protestantismo Decaído e Espiritismo

Posted: 16 de Dezembro de 2009 by mundomaranatha in Profecia

Diz a profecia:
(Apocalipse 16:13-14) – E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta (1, 2) vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso.

A Trindade do Mal na profecia é chamada de DRAGÃO, BESTA E FALSO PROFETA. A Bíblia descreve 6 animais (países) que dominariam o mundo desde a antiguidade até a segunda vinda de Jesus.

Veja o estudo completo em PDF ou POWER POINT.

Em resumo, a Bíblia descreve os seguintes animais/ países

1) Leão = Babilônia (608- 538 AC)

2) Urso – Medos e Persas (538- 331 AC)

3) Leopardo = Império Grego (331 – 168 AC)

4) Animal Terrível = Império Romano (168 AC – 476 DC)

5) Besta de 7 cabeças (Apocalipse 13) = Papado/ Igreja Católica Romana (538-1798 = 1260 anos)

6) Besta semelhante ao cordeiro (Apocalipse 13) = Estados Unidos da América (1798 até o Fim do Mundo).

O entendimento de milhões de pessoas ao redor do mundo que foram guiadas pelo ESPÍRITO SANTO, é que o Dragão simboliza as doutrinas de Lúcifer em seu estado puro e mais facilmente indentificável: no caso, o espiritismo e todas as demais ideologias de fundo oriental que negam que Jesus seja o Criador do Universo e o Deus-Filho que habitou entre nós.

A Besta que se refere Apocalipse 16:13 seria o QUINTO IMPÉRIO, ou a primeira besta de Apocalipse 13. É o símbolo do papado e todas as suas falsas doutrinas que levam seus seguidores a perdição eterna.

O Falso Profeta é um outro nome dado a segunda besta de Apocalipse 13: simboliza politicamente a nação americana e toda suas promessas de riqueza e felicidade material (quando Deus promete que o mundo terá um fim) e por outro lado o protestantismo que se afastou de Deus (corrompido pelo ecumenismo e 3 ideologias satânicas: as promessas de riqueza material [teologia da prosperidade], a santidade dominical e a imortalidade da alma, que se contrapõem ao 4° mandamento celestial (Exodo 20:8-11) e ao ensino da Ressurreição dos Mortos).

Catolicismo, Protestantismo e Espiritismo
unidos ao redor do falso messias.

Estas 3 religiões irão aos REIS DO MUNDO pedir a morte dos santos que obedecem a Jesus. Na sociedade atual isso não é possível. Então em que contexto isso ocorrerá?

Isso ocorre após a promulgação de leis religiosas no ocidente que levam a perseguição velada dos que amam Jesus. Por causa destas leis injustas, DEUS ENVIARÁ as 7 Pragas de Apocalipse 16 ao mundo. A ida dos líderes católicos, espíritas e protestantes aos Reis do mundo será uma retaliação por causa da queda das 7 Pragas da mesma maneira que Faraó mandou o exército atrás dos hebreus por causa da queda das 10 Pragas no Egito. Biblicamente a ida dos líderes religiosos às nações em busca de vingança é essencialmente a SEXTA Praga, que precede a segunda vinda.

Para saber mais procure uma IGREJA ADVENTISTA DO 7° DIA mais próxima de sua casa! Que Deus te abençõe! E que você esteja entre aqueles que resistirão e vencerão o Dragão, a Besta e o Falso Profeta. Amén.

(Apocalipse 15:2) – E vi um como mar de vidro misturado com fogo; e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus.

Calamidades naturais: atos de Deus ou de Satanás?

Posted: 4 de Dezembro de 2009 by mundomaranatha in Profecia

Por Herbert E. Douglass

Nos últimos anos, nosso planeta tem sofrido um crescente número de calamidades naturais – terremotos, furacões, secas, inundações e uma devastadora tsunami. Alguns desses acontecimentos, embora menos dramáticos como o aquecimento global e o correspondente derretimento de geleiras e calotas polares, também têm levantado em muitas mentes questões relacionadas às suas causas. São esses eventos o resultado de leis naturais ainda pouco entendidas? É sua causa real a exploração humana de nosso habitat natural? Pessoas de muitas correntes religiosas têm-se perguntado se essas catástrofes não seriam punições de uma divindade ofendida. Cristãos crentes na Bíblia têm indagado sobre o papel desempenhado por Deus e Satanás como os atores finais de um drama cósmico. Estariam essas calamidades apontando para um evento culminante na história humana?

Ao tentarmos compreender o papel de Deus nas calamidades naturais, devemos nos precaver contra a armadilha forjada por Satanás, no sentido de que os desastres dos últimos dias provêm de um Deus insultado e irado. É exatamente assim que Satanás tem pintado a Deus desde o Éden, e antes mesmo. Milhões de pessoas hoje, em nosso planeta, assim o crêem. Entretanto, de acordo com a Bíblia, estamos nas últimas horas do Conflito Cósmico, o Grande Conflito, que contaminou o Universo desde que “houve peleja no céu” (Apocalipse 12:7).*

Olhando a profecia bíblica

Lemos em Apocalipse que nos tempos finais da história, Deus estará, mediante Seus anjos, “retendo os quatro ventos da Terra para que nenhum vento soprasse sobre a Terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma” (Apocalipse 7:1). Isso soa mui ameaçador. Antes do fim dos tempos, nosso planeta será palco de todo o tipo de calamidade em terra, no mar e na vegetação. Mas ainda não vimos nada semelhante ao que acontecerá quando os ventos da destruição forem libertos das forças retentivas dos quatro anjos, que recebem ordens do próprio Senhor!1

Por que os ventos ainda estão sendo retidos? O povo de Deus, como um todo, ainda não recebeu o “selo” da aprovação de Deus “escrito em sua fronte” (Apocalipse 14:1).

O selo aprobatório de Deus será posto naqueles que possam representá-Lo corretamente perante o mundo; naqueles que dizem a verdade a Seu respeito e testemunham de Seu poder – exatamente em oposição ao secular desafio de Satanás. Essas são as pessoas que estão prontas a permanecer firmes através das conturbações dos últimos dias, conforme descrito nos versos finais de Apocalipse 6.

E o que dizer desses ventos? Eles representam as obras de Satanás, prestes a serem liberadas da mão restritiva de Deus. Tudo isso pode ser melhor entendido à luz do Conflito Cósmico. É uma repetição do exposto no livro de Jó, porém em escala mais colossal: fogo do céu queimando o gado e os servos de Jó, assaltantes perambulando e matando a esmo, um forte vento destruindo a casa e matando seus filhos (Ver Jó, capítulos 1 e 2). A maldade satânica é inacreditável! E é ainda hoje a mesma que nos dias de Jó.

O papel de Satanás

A premeditada estratégia de Satanás sempre tem sido confundir, enganar e destruir a paz deste mundo. Ele é “homicida desde o princípio” (João 8:44). Por quê? Para abalar a fé e a esperança de bilhões de pessoas na verdade de que um Ser mais poderoso, fiel e veraz dirige o Universo!

Mas onde está Deus? Deus, no âmbito dos propósitos do Grande Conflito, permite essa multiplicação do engano e do sofrimento abrangendo não apenas um homem chamado Jó, mas todo o planeta hoje. Tudo o que finalmente Jó soube que jazia por trás das catástrofes que ele e sua família sofreram – incluindo fogo do céu e ventos devastadores – foi-lhe contado depois pelo próprio Deus. Mas antes as coisas não estavam claras. Só depois Jó soube que Deus estava sendo desafiado por Satanás, o qual estava furioso por Jó ter sido tão abençoado com uma grande família e notável prosperidade. Ele acusou a Deus de discriminar as pessoas. A razão pela qual Jó era tão reto e obediente em sua adoração, era o fato de Deus ter construído “uma cerca” em torno dele, para suborná-lo à obediência (Jó 1:8-12, 2:3-7). Surgem, então, teólogos amadores para explicar a Jó porque ele tinha sido vítima dessas horríveis calamidades (Jó 2:11-13). Lemos nos capítulos seguintes do livro as várias razões que muitos hoje ainda usam para explicar as inesperadas calamidades. Ou Jó estava escondendo, no fundo, o segredo de seus procedimentos e Deus o estava punindo, ou Deus responde apenas ao justo e ignora aqueles que sofrem calamidades, porque Ele é um Deus justo, ou ainda, Deus é tão justo que somente pode derramar Sua ira sobre o pecado, e finalmente que Jó estava recebendo um castigo menor do que ele merecia.
Quantos ecos das vozes desses três “amigos” de Jó ouvimos hoje na Internet, em artigos de jornais e revistas, e em muitos púlpitos.

O apóstolo Paulo afirmou claramente que Satanás é “o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência” (Efésios 2:2).2 Ele é mais do que um mito! Ele é o grande opositor de Deus, fazendo tudo o que pode para aviltar, desmoralizar e destruir homens e mulheres. E por razões que só Deus conhece, Ele gradualmente retirará o poder restritivo que tem exercido sobre os planos assassinos de Satanás.3

A visão de Cristo sobre o futuro

Sem dúvida, nosso planeta sempre teve terremotos, tornados, enchentes, furacões, tufões e fomes. Alguns desses piores eventos registraram-se há muitos anos, com conseqüências muito mais danosas do que as que experimentamos em anos mais recentes, muito embora nessas mesmas áreas tenhamos hoje uma população bem maior.

Nos últimos dias do ministério de Jesus, Seus discípulos Lhe indagaram a respeito dos sinais do fim e de Seu prometido retorno. Dentre outros sinais, Jesus lhes falou: “Ouvireis falar de guerras e rumores de guerra; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isso é o princípio das dores” (Mateus 24:6-8).

Em outras palavras, o mundo sempre terá guerras, terremotos, pestes e calamidades. Há, entretanto, sinais específicos que Cristo delineou nos capítulos 24 e 25 de Mateus, como a pregação do Evangelho a todo o mundo, e então Ele voltará (Mateus 24:14). Cristo comparou os últimos dias de nosso planeta aos últimos dias antes de Noé entrar na arca (Mateus 24:37-39). E comparou a demora em Sua vinda à demora do aparecimento da noiva nas bodas (Mateus 25:5).

Detectando a diferença

Ao refletimos sobre as calamidades dos últimos anos, notamos uma diferença com as do passado. Graficamente teríamos uma curva exponencial crescente indicando um aumento da freqüência e das intensidades, em destacado contraste com a previsão que resultaria de um crescimento linear.

Poderia alguém negar que furacões, enchentes, fomes, pestes, falências, degradação moral, esgotamento dos mananciais, escalada do consumo de energia e outros eventos reais também estejam aumentando com impressionante velocidade?4 A maioria das pessoas convive com o sentimento de que tudo está “fora dos eixos”, em comparação com a vida que tínhamos há poucas décadas. Parece não haver como retrocedermos no tempo. É como uma escada rolante que parece acelerar-se a cada dia. E todos sentem que não têm como saltar fora dela. Esse sentimento aumenta quando ouvimos a notícia da última catástrofe sendo divulgada pelos meios de comunicação globais, e chegando até nós.5

Uma perspectiva adventista

Durante mais de 150 anos, os adventistas do sétimo dia têm estado a proclamar ao mundo que a história da humanidade está inexoravelmente caminhando para o seu clímax, como predito pelo próprio Deus nas Escrituras. Ficamos contentes ao observar que milhões de cristãos também começaram a fixar sua atenção e esperança na breve volta de Jesus. Além disso, existem hoje dezenas de sites na Internet dedicados aos acontecimentos finais. A série de best-sellers “Deixados Para Trás” e os filmes correspondentes, ampliam em muito o senso de que algo surpreendente está para acontecer.

Entretanto, com base em nossa compreensão da profecia bíblica, não cremos que os cristãos serão arrebatados secretamente, ou que Israel é uma peça-chave nos acontecimentos dos últimos dias. Nem divisamos o Armagedon como uma batalha a ser travada pelos exércitos modernos na Planície de Esdraelon.

Os otimistas estão certos. O mundo não terminará em lamúrias ou numa estrepitosa explosão. As potências nucleares mundiais não incendiarão a Terra. Não seremos afogados ou asfixiados em nosso próprio lixo, nem envolvidos numa mortandade em massa.

E os pessimistas também estão certos. Este mundo poderá conseguir logo todas as vacinas necessárias para atender a todos os desafios sanitários que enfrentamos hoje, mas não haverá vacina contra a avassaladora tsunami do lixo moral que permeia a vida moderna, especialmente no “esclarecido” mundo ocidental. Todos os dispositivos de posicionamento global (GPS) e veículos modernos não conseguirão atingir e eliminar o crescente ódio que grassa entre as comunidades e entre as nações.

Conclusão

Está além da capacidade do homem compreender a interação exata dos fatores humanos naturais e sobrenaturais, causadores das crescentes calamidades experimentadas pelo nosso planeta. Para o que crê na Bíblia, entretanto, algumas coisas são certas: Satanás procura destruir tantas pessoas quantas puder, por qualquer meio que possa utilizar. No final, a verdade triunfará; Deus e Seus fiéis serão vindicados e Ele fará novas todas as coisas. Vivemos nos últimos dias da história da terra. Cada dia é precioso e não se repetirá. “Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão” (II Pedro 3:9-12).

Estamos nós prontos?

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Herbert G. Douglass (Ph.D. pela Pacific School of Theology) foi professor, diretor de faculdade e editor. Tem 16 livros de sua autoria, incluindo Mensageira do Senhor. (Pacific Press, 1998) e God at Risk (Amazing Facts, 2004). Seu e-mail é herbdouglass@sbcglobal.net
REFERÊNCIAS
(*) A não ser quando indicado o contrário, todas as citações bíblicas feitas no original em inglês deste artigo são da Nova Versão Internacional, e na tradução em Português são da 2º Edição da Tradução Revista e Atualizada de João Ferreira de Almeida.
1. O comentário de Ellen G. White é significativo: “Anjos estão circundando o mundo, rebatendo as alegações de Satanás quanto à sua supremacia, feitas por causa da imensa multidão de seus adeptos. Não ouvimos as vozes, nem vemos com a visão humana a obra desses anjos, porém suas mãos se entrelaçam ao redor do mundo, e em vigília constante retêm os exércitos de Satanás até que se cumpra o selamento do povo de Deus”. (Seventh Day Adventist Bible Commentary [Washington, D.C.: Review and Herald Publ. Assn., 1980], vol. 7, p. 967).
2. “Satanás está trabalhamdo na atmosfera; envenena-a, e aí dependemos de Deus quanto à vida —nossa vida presente e eterna. E estando na posição em que nos encontramos, importa estarmos inteiramente alerta, totalmente devotados, de todo convertidos e consagrados a Deus. Mas parece que nos achamos como paralisados. Deus do Céu, desperta-nos!” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas [São Paulo, Brasil: Casa Publicadora Brasileira, 1967], Vol.2, p. 51).
3. “Satanás também opera por meio dos elementos a fim de enceleirar sua messe de almas desprevenidas. Estudou os segredos dos laboratórios da Natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus…[Satanás]trará moléstias e desgraças até que cidades populosas se reduzam à ruína e desolação. Mesmo agora está ele em atividade. Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder. Destrói a seara que está a amadurar, e seguem-se fome, angústia. Comunica ao ar infecção mortal, e milhares perecem pela pestilência. Estas visitações devem tornar-se mais e mais freqüentes e desastrosas. A destruição será tanto sobre o homem como sobre os animais.” (Ellen G. White, O Grande Conflito [São Paulo, Brasil: Casa Publicadora Brasileira, 1988], pp. 589, 590).
4. “Foi-me mostrado que o Espírito do Senhor está-Se retirando da Terra. O poder mantenedor de Deus logo será recusado a todos os que continuam desrespeitando os Seus mandamentos… A iniqüidade está-se tornando uma coisa tão comum que não ofende mais as suscetibilidades como em tempos passados.” (Ellen G. White, Eventos Finais [São Paulo, Brasil: Casa Publicadora Brasileira, 2001[, p.25).
5. “Quando a mão protetora de Deus for retirada, o destruidor começará o seu trabalho.” (ibid., p. 111).

A Volta de Jesus Não Renova a Terra

Posted: 1 de Setembro de 2009 by mundomaranatha in Profecia

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A Terra NÃO se transforma num paraíso por ocasião da segunda vinda. Ela é destruída completamente conforme Jeremias 25:30-33 e Isaías 24:1-6:

O SENHOR lá do alto rugirá e da sua santa morada fará ouvir a sua voz; rugirá fortemente contra a sua malhada, com brados contra todos os moradores da terra, [...] Chegará o estrondo até à extremidade da terra, porque o SENHOR tem contenda com as nações, entrará em juízo contra toda carne; os perversos entregará à espada, diz o SENHOR. Os que o SENHOR entregar à morte naquele dia se estenderão de uma a outra extremidade da terra; não serão pranteados, nem recolhidos, nem sepultados; serão como esterco sobre a face da terra. (Jeremias 25:30-33)

[...] Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna. Por isso, a maldição consome a terra, e os que habitam nela se tornam culpados; por isso, serão queimados os moradores da terra, e poucos homens restarão. (Isaías 24:1-6).

O santos vivos são elevados aos Céus e os mortos são ressuscitados e levados juntamente com os vivos conforme I Tessalonicenses 4:15-17:

Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.

Visto que os santos foram levados para o Céu, NINGUEM fica vivo para trás.

A NOVA TERRA somente é feita 1000 anos após a segunda vinda. No Final dos 1000 anos os maus são ressuscitados. A Nova Jerusalém desce até a Terra e eles tentam invadí-la:

Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Marcharam, então, pela superfície da terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida. Desceu, porém, fogo do céu e os consumiu. Apocalipse 20:5-9.

Apenas após este acontecimento é feita a NOVA TERRA. (a Terra é renovada)

Os Salvos Julgarão o Mundo

Posted: 1 de Setembro de 2009 by mundomaranatha in Profecia

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(I Corintios 6:1-2)  Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas?

Verás o Filho Vindo nas Nuvens do Céu

Posted: 1 de Setembro de 2009 by mundomaranatha in Profecia

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(Mateus 26:64-65) – Disse-lhe Jesus: Vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu.  Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que bem ouvistes agora a sua blasfêmia.

A Peregrinação Profética

Posted: 1 de Setembro de 2009 by mundomaranatha in Profecia

Papa na Jordania

Cartaz na Jordânia, anuncia a chegada do “Representante de Deus”.

De acordo com a Bíblia Sagrada, 6 nações, figuradas por animais, se levantariam para perseguir o povo de Deus ao longo da história. Em Daniel Capítulo 7, o reino de Babilônia é descrito como um LEÃO. Babilônia destruiu o Reino de Judá em 586 AC. Os Medos e Persas são descritos como um URSO na Bíblia. Nos dias da Rainha Ester, eles tentaram matar todos os judeus, aprovando um decreto Real. O Reino da Macedônia-Grécia é descrito como um Leopardo de 4 asas. E o Império Romano como um animal terrível com dentes de ferro. Ambos conquistaram a Palestina, sendo o último co-responsável pela morte do Messias e de milhares de cristãos. Para saber mais clique Aqui.

Do falecido Império Romano surge uma Besta de 7 Cabeças e 10 Chifres, símbolo do Papado. Através dos séculos, este poder alterou as verdades de Deus e perseguiu os santos cristãos.

No final dos Tempos, Ele retornaria a cena global, com poder dado pelos Estados Unidos da América, a segunda fera de Apocalipse 13. PORÉM, antes mesmo dos Estados Unidos passarem a ativamente apoiar o Papado [já existe um apoio informal] coisas espetaculares estão acontecendo.

A Profecia bíblica fala que haveria um clamor de paz e segurança antes da destruição causada pelo Dia do Juízo:

(I Tessalonicenses 5:3) -  Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.

(Jeremias 6:14) -  E curam superficialmente a ferida da filha do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz.

Isso está se cumprindo a risca. E o Papa Bento XVI é um dos principais  agentes que cumprem esta profecia (de pedir a paz mundial).

A Bíblia declara que o homem que é contra a lei de Deus, personificado no nosso tempo por Bento XVI se ostentaria (algumas traduções dizem que se exibiria publicamente) como se fosse um deus digno de receber esta honraria.

(II Tessalonicenses 2:4) – O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.

De fato, este homem que é contra o 4° mandamento, e contra outros mil ensinamentos de nosso Pai celeste e seu Filho Jesus Cristo, anda peregrinando pelo mundo em busca da paz e da unidade. Em um evento inédito e pavoroso, ele está sendo recebido de braços abertos pelos hebreus e mulçumanos.

No dia 08 de maio, o Papa Bento XVI começou uma viagem de 08 dias pelo Oriente Médio, passando por Amã, na Jordânia, Jerusalém, Belém e Nazaré.

Rei Abdullah II
Papa Bento XVI e Rei Abdullah II (08 de maio de 2009)

O governo de Israel mobilizou 80 mil soldados e 60 mil policiais para  a sua segurança. Esta viagem é HISTÓRICA e PROFÉTICA. O Papa Bento 16 é o segundo pontífice a visitar a região.  Em 1964, o Papa Paulo VI visitou a Terra Santa em uma viagem não-oficial. João Paulo 2º foi o primeiro Papa a visitar o Oriente Médio no ano de 2000.

A viagem tem conotações políticas com o objetivo de estender a influência papal pelo mundo inteiro. Apenas 160 mil cristãos vivem atualmente na Palestina. Deste total, 110 mil vivem em Israel, 50 mil na Cisjordânia e 3.800 em Gaza. Tal viagem seria desnecessária se não houvesse uma intenção a longo prazo. As notícias revelam abertamente esta intenção (unir as religiões debaixo de seu manto e acabar com a separação Igreja-Estado):

Em 06 de maio, o bispo auxiliar do patriarca da diocese para a Jordânia, Israel, Palestina e Chipre, Celim Sayegh afirmou que “A viagem é uma missão de unidade ao colocar líderes cristãos e judeus juntos”.

Em 07 de Maio, 200 rabinos escreveram uma mensagem para dar as boas-vindas a Bento XVI. A mensagem dos rabinos é intitulada “United in our age” (Unidos na nossa era). No documento, eles chamam o Papa de SUA SANTIDADE. Implicitamente reconhecem sua superiodade sobre o mundo.

O embaixador em Portugal acredita que esta visita deixará um “impacto muito positivo” em Israel. “A relação entre judeus e católicos irá progredir”, assim como o aumento “do turismo religioso” aos locais santos. Ele afirmou, contrariando os princípios da Revolução Francesa e da Independência Americana que “política e religião nunca se poderão separar”. Tendo uma clara conotação religiosa, “carrega consigo insinuações políticas”.

No dia 08 de Maio (hoje), em um centro de atendimento a pessoas com deficiência física e mental fundado pelo Patriarcado Católico da Jordânia, o papa Bento XVI afirmou que sua visita ao Oriente Médio tem um único objetivo: “rezar pelo precioso valor da unidade”.

Diferente dos peregrinos de outrora, a razão da minha visita não é apenas para trazer presentes e oferendas. Eu venho simplesmente com a esperança de uma intenção: rezar pela unidade e pela paz. Especificamente no Oriente Médio, para as pessoas, pais, comunidades e para Jerusalém”, disse o Papa.

Há 121 anos atrás, os adventistas do 7° dia condensaram os principais ensinamentos bíblicos sobre o final dos tempos, em um livro chamado O Grande Conflito. Escreveram que o mundo inteiro se reuniria ao redor do Papa. Isso está ocorrendo de maneira espetacular!

A Bíblia diz:

(Apocalipse 13:3-8) – E [...]  sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro.

A peregrinação papal no oriente médio está preparando o mundo para os eventos finais:

Quando a América, o país da liberdade religiosa, se aliar com o papado, a fim de dominar as consciências e impelir os homens a reverenciar o falso sábado, os povos de todos os demais países do mundo hão de ser induzidos a imitar-lhe o exemplo. Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 373.

A questão do sábado será o ponto controverso no grande final conflito em que o mundo inteiro há de ser envolvido. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 19.

As nações estrangeiras seguirão o exemplo dos Estados Unidos. Posto que ela seja a líder, a mesma crise atingirá todo o nosso povo em toda parte do mundo . Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 46.

Fonte: Eventos Finais, 135 (lembrando que são escritos do século 19).

O Papa Bento XVI apenas está apressando o inevitável: que ele mesmo, ou seu sucessor, seja daqui 5 ou 50 anos, seja reverenciado por todos os povos do mundo, “todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro” (Apoc 13:8).

Porque Deus Enviará 7 Pragas Sobre o Mundo?

Posted: 1 de Setembro de 2009 by mundomaranatha in Profecia

Antes de estudarmos sobre as 7 Pragas que virão no futuro, temos que estudar sobre as 10 Pragas que cairam sobre o Egito por volta de 1500 antes de Cristo. Vamos primeiro responder a pergunta:

PORQUE FORAM 10, as Pragas no Egito?

O Faraó, líder do Egito, servia dezenas de deuses e se recusou a cumprir a ordem de Moisés de libertar Israel da escravisão. De forma petulante desfez publicamente do Deus verdadeiro perguntando a Moisés: “Quem é o Senhor para que lhe ouça a voz e deixe ir Israel?” 

Por causa disso, Deus mandou 10 Pragas para destruir os principais deuses do Egito, e mostrar a Faraó de que tais deuses não são nada perto da Majestade do Deus Vivo. O número 10 simbolizava totalidade.

As Pragas era um sinal de que faraó deveria se arrepender de sua rebelião contra Deus e deixar o povo de Israel ir embora do país, para que se cumprisse a promessa que Deus fez a Abraão. No entanto, praga após praga os egípcios não se arrependeram até que caíram sobre suas cabeças a pior de todas as pragas, a morte de seus primogênitos.

Portanto, os Egípcios tiveram 9 CHANCES DE ARREPENDIMENTO, até que viesse uma Praga realmente sem volta: a morte de seus filhos.

Vejamos:

1- Águas tornam-se em sangue: deuses: Rio Nilo, Isís e Osires que são deuses da fertilidade que administravam o período da colheita.

2- Praga da Rã: deus Ator em forma de sapo que impedia as pragas.

3- Piolhos: deus Sede que zela pela produção e fertilidade da terra.

4- Moscas: deus Escarabiano parecido com um besouro, protegia o povo da epidemia das moscas.

5- Peste nos animais: deus Apis em forma de touro protetor das fortunas.

6- Úlceras nos homens e animais: deus Tiffon, o deus da saúde.

7- Chuva de Pedra: deusa Shor da Atmosfera.

8- Gafanhotos: deus Serpio, protetor das plantações.

9- Trevas por 3 dias: deus Raí, o deus sol.

10- Morte dos Primogênitos: deus faraó, o governador divino e protetor do povo do Egito.

Com estas pragas, Deus destruiu ou desmoralizou completamente todas as divindades do Egito e seu orgulho nacional.

OBSERVAÇÃO
Interessante notar que os egípcios não se arrependeram nem após a décima praga. Faraó mandou o exército contra os israelitas. Morreram todos afogados no mar vermelho.

Papa propõe que a ONU comande nova ordem mundial

Posted: 22 de Agosto de 2009 by mundomaranatha in Profecia

 

Papa propõe que a ONU comande nova ordem mundial

O papa Bento XVI apresentou, nesta terça-feira (7), a terceira encíclica de seu pontificado, “Caritas in veritate” (Caridade na verdade), a primeira a tratar de temas sociais, ditando “a reforma da arquitetura econômica e financeira internacional” depois da crise americana que atingiu os cinco continentes.

Apesar do cunho político, o pontífice se recusou a classificar o documento como um texto “feito especificamente para a crise”.Trata-se, segundo ele, de uma encíclica destinada a promover “o desenvolvimento humano integral”. Na opinião do papa, a resposta da comunidade internacional à crise passa pela criação de uma “verdadeira autoridade política mundial”, que poderia ser as Nações Unidas (ONU). A proposta de Bento XVI propõe a globalização em novos termos, tendo a ONU com uma “autoridade mundial”, um “degrau superior de organização em escala internacional”.

Para, além de “governar a economia mundial, sanear as economias atingidas pela crise” e “prevenir o seu agravamento e maiores desequilíbrios”. O novo mecanismo proposto pelo Vaticano trataria também de “proceder a um desejável desarmamento integral, alcançar a segurança alimentar, assegurar a proteção do ambiente e regular os fluxos migratórios”, tendo como “princípio a solidariedade”.

O papa entende que a globalização em si “não é boa nem má” e defende que os indivíduos passem da condição de “vítimas” ao papel de “protagonistas” na correção de disfunções graves, que provocam “divisões entre os povos e no interior dos mesmos”.

Aos Estados o papa pede “uma ética que promova a “dignidade inviolável da pessoa humana e também o valor transcendente das normas morais naturais”.

Uma ética econômica sem estes dois pilares, segundo Bento XVI, “arrisca-se inevitavelmente a perder o seu cunho específico e aparecer em função dos sistemas econômico-financeiros existentes, em vez de servir de correção às disfunções dos mesmos”.

Partindo do diagnóstico de uma “ligação estreita entre a pobreza e o desemprego”, Bento XVI pronuncia-se contra a degradação do “nível de proteção dos direitos dos trabalhadores”, a começar pelo “direito a um salário justo”.

As estruturas sindicais, argumenta o papa, “foram sempre encorajadas pela Igreja”. A encíclica “Caritas in veritate” retoma também a condenação do aborto e da eutanásia, a par da defesa do “casamento entre um homem e uma mulher” enquanto “célula primeira e vital da sociedade”.

E conclui: “Considerar o aumento da população como a causa primeira do subdesenvolvimento é incorreto, mesmo do ponto de vista econômico”.

O documento foi divulgado um dia antes de os líderes do Grupo dos Oito (G-8, composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia) se reunirem em L’Aquila, Itália, para coordenar os esforços para lidar com a crise global.

Fonte: Folha do Paraná

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NOTA: GGT – Interessante como os sinais vão se ajustando criteriosamente aos retoques proféticos. O G20 exige reforma da ONU solicitando aumento nas poltronas permanentes passando assim de 5 para 10 permanentes. Se observarmos o capítulo 17:12-14 de Apocalipse perceberemos que a profecia preve 10 nações sob o controle da besta no final dos tempos. Fica ai apenas um alerta para mantermos os olhos vivos de aqui para frente.

Derepente esses eventos poderiam configurar exatamente um cumprimento destes versos e talvez porque não dizer que a ONU poderia ser a besta descrita como a que emergi do abismo inserida no mesmo contexto dos chifres? Fica ai uma idéia para analize. Se a ONU estiver a frente da NOVA ORDEM MUNDIAL munida do apoio das nações permanentes e principalmente com a intervenção papal, ai poderemos parar para observar os mais ilustres acontecimentos que esperamos a décadas…alei domincial. Veja essa citação abaixo:

“Babilônia fará que todas as nações bebam do vinho da ira de sua prostituição. Toda nação será envolvida. João, o Revelador, declara o seguinte sobre esse tempo: … “Têm estes um só pensamento.” (Apoc. 18:3-7; 17:13 e 14.) Haverá um laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação de forças satânicas. “E oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 392.

O poder e a autoridade que possuem é uma referência aos 10 chifres. A besta pode ser a ONU, ou o papado que está por trás de todo o esquema. Mas isto é apenas uma idéia para ampliar nossos estudos e investigação.

Reforma da ONU e o cumprimento de Apocalipse 17

Posted: 22 de Agosto de 2009 by mundomaranatha in Profecia
Japão: novo projeto brasileiro de reforma da ONU não é fim do G-4

O Brasil anunciou nesta quinta-feira ter apresentado um projeto de resolução junto com Alemanha e Índia, sem o Japão AFP.

O Japão afirmou nesta sexta-feira que sua decisão de não companhar Brasil, Alemanha e Índia em seu último esforço para obter uma ampliação do Conselho de Segurança da ONU não significa o fim deste grupo, o chamado G-4.

O Brasil anunciou nesta quinta-feira ter apresentado um projeto de resolução junto com Alemanha e Índia, sem o Japão, visando à ampliação do órgão e com o objetivo de obter um assento permanente na Casa.

O projeto é similar ao apresentado no ano passado por estes quatro países, mas que foi abandonado devido à oposição dos Estados Unidos e da China, dois membros permanentes do Conselho.

“Há uma distinção clara entre o projeto de resolução do G-4 e o quadro de cooperação do G-4″, disse à AFP o primeiro-secretário da missão japonesa na ONU, Shinichi Iida.

“Não achamos que o projeto de texto do G-4 em sua forma atual possa ganhar o apoio necessário”, explicou Iida. “Mas o G-4 é o motor da reforma do Conselho de Segurança, e nós precisamos fazer com que os quatro países continuem a cooperar”, acrescentou.

Modificar a composição do Conselho exige um voto da maioria dos dois terços da Assembléia-Geral, composta de 191 países. O Conselho de Segurança, principal órgão de decisão da ONU, conta atualmente com 15 membros, com cinco membros permanentes dotados do direito de veto (China, EUA, França, Grã-Bretanha e Rússia).

Vários países denunciam esta composição, praticamente imutável desde a criação da ONU em 1945, e querem uma ampliação para permitir que o Conselho reflita melhor a realidade do mundo atual, dando maior espaço aos países emergentes.

O objetivo do G-4 é aumentar o Conselho para 25 membros, com seis novas cadeiras permanentes (em princípio destinadas ao G-4 e a dois países africanos, mas sem direito de veto) e quatro não-permanentes. Já Washington apóia a candidatura do Japão, mas quer limitar a ampliação do órgão, alegando que isso preservaria sua eficácia. Pequim, por sua vez, se opõe duramente a conceder uma vaga permanente ao Japão.

Na quinta-feira, o Japão anunciou estar aberto a uma nova proposta de reforma do Conselho de Segurança que seja aceito pelos EUA.

Tóquio diz merecer uma cadeira permanente por ser o segundo contribuinte da ONU, com participação de 19,5% no orçamento, atrás dos EUA (22%), enquanto que os outros quatro membros permanentes representam menos de 10% cada.

“Estamos comprometidos com um diálogo sério com os Estados Unidos e esperamos encontrar uma nova solução que eles possam apoiar”, comentou Iida, acrescentando que “depois disso nos voltaremos para os outros membros do G-4 e negociaremos com eles”. Segundo um diplomata alemão, seus três parceiros do G-4 não consideram que “o Japão dividiu o grupo”.

Ao ser interrogado sobre o motivo pelo qual o G-4 não negocia em grupo com os EUA, este diplomata respondeu: “também nos dirigimos aos Estados Unidos, mas no momento eles escolheram falar com os japoneses e está bem. Nós vemos isso como uma divisão das tarefas”.

“Estamos abertos a propostas de emendas”, revelou, destacando que não está em questão levar o projeto de resolução à votação.

Fonte: http://www.interjornal.com.br http://www.achanoticias.com.br

NOTA Gilberto Theiss:

Como comentado na nota do artigo anterior. Está cada vez mais evidente o cumprimento de apocalipse 17:12-14. A Bíblia prevê 10 nações adiquirindo poder global por um determinado tempo, e que este poder seria entregue nas mãos da besta. A reforma da ONU, como diz alguns comentaristas políticos, é inevitável. O mundo não gira mais em torno de EUA e EUROPA. Hoje os emergentes tem se tornado cada vez mais participativo e forte, isso tanto politicamente quanto econômicamente, e esta pressão da potencialidade dos emergentes tem sugerido e levado a ONU para uma reforma. Se a reforma da ONU se configurar nos moldes como tem exigido o bloco do G20, teremos consequêntemente um cumprimento profético exato. Se comenta muito sobre uma reforma onde os permanentes que no momento são 5 passariam para 10 ou 11. Dentro deste contexto entre tantas idéias e discussões, a probabilidade maior caso a reforma se confirme é que os números dos permanentes passariam para 10.

Quando esta reforma ganhar força, poderemos saber que estaremos chegando no limiar dos grandes acontecimentos que aguardamos a tanto tempo. veja abaixo a descrição profética:

Apocalipse 17

 

(12) Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta.

(13) Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.

Como visto acima, a previsão é de que 10 nações receberão poder para posteriormente entregá-lo nas mãos da besta. Veja esta outra citação:

Apocalipse 16

13) E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi saírem três espíritos imundos, semelhantes a rãs.

(14) Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso. 

No verso 13 primeiro vimos um ecumenismo religioso. Uma unificação de três poderes religiosos. Espiritualismo, romanismo e protestantismo apostatado. O interessante é que o verso 13 é a base para o verso 14, pois os espíritos imundos saem deste poder ecumênico para angariar os reis de todo o planeta para congregá-los, para globalizá-los.

Mas agora surge uma pergunta, qual seria o proprósito destes poderes com os reis do mundo? O próprio verso 14 responde afirmando: PARA UMA BATALHA.

Que batalha e que propósitos espirituais estariam por tráz desta unificação ou globalização? Veja essas citações abaixo do Espírito de Profecia e tire suas próprias conclusões.

 

“Terrível é a crise para a qual caminha o mundo. Os poderes da terra, unindo-se para combater os mandamentos de Deus, decretarão que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos (Apoc. 13:16), se conformem aos costumes da igreja, pela observância do falso sábado.” Grande Conflito, 604

“Os Espíritos diabólicos sairão aos reis da terra e ao mundo inteiro, para segurá-los no engano, e forçá-los a se unirem a satanás em sua última grande luta contra o governo do céu.” Grande Conflito, 623, 624

“O mundo está cheio de tempestade, guerra e contenda. Contudo, ao mando de um chefe – o poder papal – o povo se unirá para opor-se a Deus na pessoa de Suas testemunhas. Essa união é cimentada pelo grande apóstata.” Testemunhos Seletos, 171

“A igreja remanescente terá de passar por grande prova e aflição. Aqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus, sentirão a ira do dragão e de seus exércitos. Satanás considera como súditos seus os habitantes do mundo; adquiriu domínio sobre as igrejas apóstatas; mas eis um pequeno grupo que resiste à sua supremacia. Se ele os pudesse desarraigar da Terra, completo seria seu triunfo. Como influenciava nas nações pagãs para destruírem Israel, assim, num próximo futuro, ele incitará as maléficas potências terrestres para destruir o povo de Deus. Serviço Cristão, 157

 

“Babilônia fará que todas as nações bebam do vinho da ira de sua prostituição. Toda nação será envolvida. João, o Revelador, declara o seguinte sobre esse tempo: … “Têm estes um só pensamento.” (Apoc. 18:3-7; 17:13 e 14.) Haverá um laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação de forças satânicas. “E oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 392.

Glória a Deus por todos esses acontecimentos pois isso é sinal de que a nossa redenção se aproxima. A volta de Cristo está próxima, muito próxima mesmo. É tempo de estarmos despertos e pregarmos com toda a força este evangelho maravilhoso de salvação aos povos, multidões e linguas. Maranata……

Rio Eufrates sofre há dois anos com seca e poderá desaparecer do Iraque

Campbell Robertson
Em Jubaish (Iraque)

Por todos os pântanos, os coletores de junco, pisando em terra por onde antes flutuavam, gritavam para os visitantes em um barco de passagem.”Maaku mai!” eles gritavam, erguendo suas foices enferrujadas. “Não há água!”

O Eufrates está secando. Estrangulado pelas políticas de água dos vizinhos do Iraque, a Turquia e a Síria; dois anos de seca e anos de uso inadequado pelo Iraque e seus agricultores, o rio está significativamente menor do que há apenas poucos anos. Algumas autoridades temem que em breve poderá ser a metade do que era.

O encolhimento do Eufrates, um rio tão crucial para o nascimento da civilização que o Livro do Apocalipse profetizou sua seca como um sinal do final dos tempos, tem dizimado as fazendas ao longo de suas margens, tem deixado pescadores empobrecidos e esvaziado as cidades à beira do rio, à medida que os agricultores fogem para cidades maiores à procura de trabalho

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Nota DDP: Diz o CBASD:

Pelo geral, os comentadores adventistas aceitam duas interpretações dos vers. 12-16. Segundo a primeira interpretação, “o grande rio Eufrates” representa o império otomano; o secamento de suas águas, o debilitamento gradual desse império. Os “reis do oriente” simbolizam as nações do Oriente; e o Armagedom, o vale literal de Meguido no norte de Palestina. Portanto, o debilitamento do império otomano se considera como uma preparação do caminho para que as nações orientais vingam a combater contra as do Ocidente no vale de Meguido.

Segundo a outra interpretação, o Eufrates representava aos povos sobre as quais domina a Babilonia simbólica; e o secamiento de suas águas indicam que lhe tiram seu apoio a Babilonia. Os “reis do oriente” simbolizam a Cristo e os que lhe acompanham; e o Armagedom, a última batalha do grande conflito entre Cristo e Satanás, que se livrará no campo de batalha desta terra. De maneira que o retiro do apoio humano à Babilonia simbólica se considera como a eliminação da última barreira para sua derrota e castigo finais.

A diferença fundamental entre as duas opiniões consiste na interpretação dos termos “Eufrates”, “reis do oriente” e “Armagedom”. A primeira opinião sustenta que estes três termos têm um significado geográfico; mas o segundo ponto de vista afirma que devem interpretar-se numa maneira completamente figurada, segundo os termos do contexto dos cap. 13 ao 19.

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NOTA G. Theiss:

Não é desta forma que interpretamos a profecia referente ao rio Eufrates, mas pode servir de apoio para entendermos que estamos realmente no limiar da história humana de pecado.

Na profecia Bíblica (Ap 16:12), o rio Eufrates pronunciado na sexta praga Apocaliptica, indica enfraquecimento do poder religioso perseguidor, pois águas na profecia significam povos, nações, multidões e línguas (Ap 17:15), enquanto que o eufrates por seu histórico passado, representa o paganismo. O poder religioso no final dos tempos teria apoio das multidões e do poder político global para perseguir o fiél e verdadeiro povo de Deus (Ap 12:17). Chegará um momento neste contexto de perseguição em que os povos descobrirão que estão perseguindo as pessoas erradas e que consequentemente estavam sendo enganadas. O momento crucial deste episódio é exatamente o período entre a quinta e sétima praga quando os dez mandamentos são apresentados no céu com indescritível clareza (Sm 50:6). Todos olham para o céu e observam com atenção cada palavra escrita e se apercebem dos enganos com que foram acometidos pelo falso sistema religioso.

Os Reis do oriente representam a Divindade que sai do céu com todas as miríades de anjos (Ap 8:1) para buscar o seu povo humilhado e perseguido aqui na terra (Mt 24:30 e 31). O oriente representa a direção em que Cristo estará vindo e adentrando na terra (Mt 24:27). Chegamos a esta conclusão por vários fatores: Os magos quando vieram ver Jesus em seu nascimento vieram do oriente pois seguiam a estrela que apontava para o oriente, pois Jesus nasceu no lado do oriente (Mt 2:1 e 2). Os mandamentos de Deus foram dados no lado do oriente e para aguçar nossa curiosidade, nós adventistas acreditamos que Jesus descerá possívelmente pela constelação de órion, e por incrível que pareça, a constelação fica no lado do oriente.

Esse será sem dúvida o maior acontecimento de toda a história deste planeta. Jesus Cristo vindo nas nuvens do céu com grande poder e glória e todo olho o verá (Ap 1:7; I Ts 4:16 e 17).

Embora a igreja Adventista não aplique o rio Eufrates descrito em Apocalipse 16:12 como sendo literal, mesmo assim podemos reconhecer que diante da brevidade dos últimos eventos, o seu secamento literal poderia sim indicar um alerta para os que temem a Deus e estão se preparando para encontrar com o seu Senhor….Em breve estaremos presenciando o que sonhamos a tanto tempo em ver, o cumprimento de João 14:1-3.
 
Veja esta citação abaixo contida no livro Grande Conflito – Capítulo: O livramento dos justos.

O povo de Deus – alguns nas celas das prisões, outros escondidos nos retiros solitários das florestas e montanhas – pleiteia ainda a proteção divina, enquanto por toda parte grupos de homens armados, instigados pelo exército de anjos maus, estão se preparando para a obra de morte. É então, na hora de maior aperto, que o Deus de Israel intervirá para o livramento de Seus escolhidos. Diz o Senhor: “Um cântico haverá entre vós, como na noite em que se celebra uma festa; e alegria de coração, como daquele que sai tocando pífano, para vir ao monte do Senhor, à Rocha de Israel. E o Senhor fará ouvir a glória da Sua voz, e fará ver o abaixamento do Seu braço, com indignação de ira, e a labareda do Seu fogo consumidor, e raios e dilúvio e pedras de saraiva.” Isa. 30:29 e 30.

Com brados de triunfo, zombaria e imprecação, multidões de homens maus estão prestes a cair sobre a presa, quando, eis, um denso negror, mais intenso do que as trevas da noite, cai sobre a Terra. Então o arco-íris, resplandecendo com a glória do trono de Deus, atravessa os céus, e parece cercar cada um dos grupos em oração. As multidões iradas subitamente se detêm. Silenciam seus gritos de zombaria. É esquecido o objeto de sua ira sanguinária. Com terríveis pressentimentos contemplam o símbolo da aliança de Deus, anelando pôr-se ao amparo de seu fulgor insuperável.

É ouvida pelo povo de Deus uma voz clara e melodiosa, dizendo: “Olhai para cima” (Luc. 21:28); e, levantando os olhos para o céu, contemplam o arco da promessa. As nuvens negras, ameaçadoras, que cobriam o firmamento se fendem e, como Estêvão, olham fixamente para o céu, e vêem a glória de Deus, e o Filho do homem sentado sobre o Seu trono. Divisam em Sua forma divina os sinais de Sua humilhação; e de Seus lábios ouvem o pedido, apresentado ante Seu Pai e os santos anjos: “Aqueles que Me deste quero que, onde Eu estiver, também eles estejam comigo.” João 17:24. Novamente se ouve uma voz, melodiosa e triunfante, dizendo: “Eles vêm! eles vêm! santos, inocentes e incontaminados. Guardaram a palavra da Minha paciência; andarão entre os anjos”; e os pálidos, trêmulos lábios dos que mantiveram firme a fé, proferem um brado de vitória.

É à meia-noite que Deus manifesta o Seu poder para o livramento de Seu povo. O Sol aparece resplandecendo em sua força. Sinais e maravilhas se seguem em rápida sucessão. Os ímpios contemplam a cena com terror e espanto, enquanto os justos vêem com solene alegria os sinais de seu livramento. Tudo na natureza parece desviado de seu curso. As correntes de água deixam de fluir. Nuvens negras e pesadas sobem e chocam-se umas nas outras. Em meio dos céus agitados, acha-se um espaço claro de glória indescritível, donde vem a voz de Deus como o som de muitas águas, dizendo: “Está feito.” Apoc. 16:17.

Essa voz abala os céus e a Terra. Há um grande terremoto “como nunca tinha havido desde que há homens sobre a Terra; tal foi este tão grande terremoto”. Apoc. 16:18. O firmamento parece abrir-se e fechar-se. A glória do trono de Deus dir-se-ia atravessar a atmosfera. As montanhas agitam-se como a cana ao vento, e rochas irregulares são espalhadas por todos os lados. Há um estrondo como de uma tempestade a sobrevir. O mar é açoitado com fúria. Ouve-se o sibilar do furacão, semelhante à voz de demônios na missão de destruir. A Terra inteira se levanta, dilatando-se como as ondas do mar. Sua superfície está a quebrar-se. Seu próprio fundamento parece ceder. Cadeias de montanhas estão a revolver-se. Desaparecem ilhas habitadas. Os portos marítimos que, pela iniqüidade, se tornaram como Sodoma, são tragados pelas águas enfurecidas.

A grande Babilônia veio em lembrança perante Deus, “para lhe dar o cálice do vinho da indignação da Sua ira”. Apoc. 16:19 e 21. Grandes pedras de saraiva, cada uma “do peso de um talento”, estão a fazer sua obra de destruição. As mais orgulhosas cidades da Terra são derribadas. Os suntuosos palácios em que os grandes homens do mundo dissiparam suas riquezas com a glorificação própria, desmoronam-se diante de seus olhos. As paredes das prisões fendem-se, e o povo de Deus, que estivera retido em cativeiro por causa de sua fé, é libertado.
Abrem-se sepulturas, e “muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno”. Dan. 12:2. Todos os que morreram na fé da mensagem do terceiro anjo saem do túmulo glorificados para ouvirem o concerto de paz, estabelecido por Deus com os que guardaram a Sua lei. “Os mesmos que O traspassaram” (Apoc. 1:7), os que zombaram e escarneceram da agonia de Cristo, e os mais acérrimos inimigos de Sua verdade e povo, ressuscitam para contemplá-Lo em Sua glória, e ver a honra conferida aos fiéis e obedientes.

Densas nuvens ainda cobrem o céu; contudo o Sol de quando em quando irrompe, aparecendo como o olhar vingador de Jeová. Relâmpagos terríveis estalam dos céus, envolvendo a Terra num lençol de chamas. Por sobre o estrondo medonho do trovão, vozes misteriosas e terríveis declaram a sorte dos ímpios. As palavras proferidas não são compreendidas por todos; entendem-nas, porém, distintamente os falsos ensinadores. Os que pouco antes eram tão descuidados, tão jactanciosos e desafiadores, tão exultantes em sua crueldade para com o povo de Deus, observador dos mandamentos, acham-se agora vencidos pela consternação, e a estremecer de medo. Ouve-se o seu pranto acima do som dos elementos. Demônios reconhecem a divindade de Cristo, e tremem diante de Seu poder, enquanto homens estão suplicando misericórdia e rastejando em abjeto terror.

Disseram os profetas da antiguidade, ao contemplar em santa visão o dia de Deus: “Uivai, porque o dia do Senhor está perto; vem do Todo-poderoso como assolação.” Isaías 13:6. “Entra nas rochas e esconde-te no pó, da presença espantosa do Senhor e da glória da Sua majestade. Os olhos altivos dos homens serão abatidos, e a altivez dos varões será humilhada; e só o Senhor será exaltado naquele dia. Porque o dia do Senhor dos exércitos será contra todo o soberbo e altivo, e contra todo o que se exalta, para que seja abatido.” “Naquele dia o homem lançará às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata, e os ídolos de ouro, que fizeram para ante eles se prostrarem, e meter-se-á pelas fendas das rochas, pelas cavernas das penhas, por causa da presença espantosa do Senhor, e por causa da glória da Sua majestade, quando Ele Se levantar para assombrar a Terra.” Isa. 2:10, 20 e 21.

Por uma fenda nas nuvens, fulgura uma estrela cujo brilho aumenta quadruplicadamente em contraste com as trevas. Fala de esperança e alegria aos fiéis, mas de severidade e ira aos transgressores da lei de Deus. Os que tudo sacrificaram por Cristo estão agora em segurança, como que escondidos no lugar secreto do pavilhão do Senhor. Foram provados, e perante o mundo e os desprezadores da verdade, evidenciaram sua fidelidade Àquele que por eles morreu. Uma mudança maravilhosa sobreveio aos que mantiveram firme integridade em face mesmo da morte. Foram subitamente libertos da negra e terrível tirania de homens transformados em demônios. Seu rosto, pouco antes tão pálido, ansioso e descomposto, resplandece agora de admiração, fé e amor. Sua voz ergue-se em cântico triunfal: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que a Terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares. Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza.” Sal. 46:1-3.

Enquanto estas palavras de santa confiança ascendem a Deus, as nuvens recuam, e se vêem os constelados céus, indescritivelmente gloriosos em contraste com o firmamento negro e carregado de cada lado. A glória da cidade celestial emana de suas portas entreabertas. Aparece então de encontro ao céu uma mão segurando duas tábuas de pedra dobradas uma sobre a outra. Diz o profeta: “Os céus anunciarão a Sua justiça; pois Deus mesmo é o juiz.” Salmo 50:6.

Aquela santa lei, a justiça de Deus, que por entre trovões e chamas foi do Sinai proclamada como guia da vida, revela-se agora aos homens como a regra do juízo. A mão abre as tábuas, e vêem-se os preceitos do decálogo, como que traçados com pena de fogo. As palavras são tão claras que todos as podem ler. Desperta-se a memória, varrem-se de todas as mentes as trevas da superstição e heresia, e os dez preceitos divinos, breves, compreensivos e autorizados, apresentam-se à vista de todos os habitantes da Terra.

É impossível descrever o horror e desespero dos que pisaram os santos mandamentos de Deus. O Senhor lhes deu Sua lei; eles poderiam haver aferido seu caráter por ela, e conhecido seus defeitos enquanto ainda havia oportunidade para arrependimento e correção; mas, a fim de conseguir o favor do mundo, puseram de parte seus preceitos e ensinaram outros a transgredir. Esforçaram-se por compelir o povo de Deus a profanar o Seu sábado. Agora são condenados por aquela lei que desprezaram. Com terrível clareza vêem que se acham sem desculpas. Escolheram a quem servir e adorar. “Então vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que O não serve.” Mal. 3:18.

Os inimigos da lei de Deus, desde o ministro até ao menor dentre eles, têm nova concepção da verdade e do dever. Demasiado tarde vêem que o sábado do quarto mandamento é o selo do Deus vivo. Tarde demais vêem a verdadeira natureza de seu sábado espúrio, e o fundamento arenoso sobre o qual estiveram a construir. Acham que estiveram a combater contra Deus. Ensinadores religiosos conduziram almas à perdição, ao mesmo tempo que professavam guiá-las às portas do Paraíso. Antes do dia do ajuste final de contas, não se conhecerá quão grande é a responsabilidade dos homens no mister sagrado, e quão terríveis são os resultados de sua infidelidade. Somente na eternidade poderemos com acerto avaliar a perda de uma única alma. Terrível será a condenação daquele a quem Deus disser: Retira-te, mau servo.

A voz de Deus é ouvida no Céu, declarando o dia e a hora da vinda de Jesus e estabelecendo concerto eterno com Seu povo. Semelhantes a estrondos do mais forte trovão, Suas palavras ecoam pela Terra inteira. O Israel de Deus fica a ouvir, com o olhar fixo no alto. Têm o semblante iluminado com a Sua glória, brilhante como o rosto de Moisés quando desceu do Sinai. Os ímpios não podem olhar para eles. E, quando se pronuncia a bênção sobre os que honraram a Deus, santificando o Seu sábado, há uma grande aclamação de vitória.

Surge logo no Oriente uma pequena nuvem negra, aproximadamente da metade do tamanho da mão de um homem. É a nuvem que rodeia o Salvador, e que, a distância, parece estar envolta em trevas. O povo de Deus sabe ser esse o sinal do Filho do homem. Em solene silêncio fitam-na enquanto se aproxima da Terra, mais e mais brilhante e gloriosa, até se tornar grande nuvem branca, mostrando na base uma glória semelhante ao fogo consumidor e encimada pelo arco-íris do concerto. Jesus, na nuvem, avança como poderoso vencedor. Agora, não como “Homem de dores”, para sorver o amargo cálice da ignomínia e miséria, vem Ele vitorioso no Céu e na Terra para julgar os vivos e os mortos. “Fiel e verdadeiro”, Ele “julga e peleja em justiça.” E “seguiram-nO os exércitos no Céu”. Apoc. 19:11 e 14.

Com antífonas de melodia celestial, os santos anjos, em vasta e inumerável multidão, acompanham-nO em Seu avanço. O firmamento parece repleto de formas radiantes – milhares de milhares, milhões de milhões. Nenhuma pena humana pode descrever esta cena, mente alguma mortal é apta para conceber seu esplendor. “A Sua glória cobriu os céus” e a Terra encheu-se do Seu louvor. E o Seu resplendor era como a luz.” Hab. 3:3 e 4. Aproximando-se ainda mais a nuvem viva, todos os olhos contemplam o Príncipe da vida. Nenhuma coroa de espinhos agora desfigura a sagrada cabeça, mas um diadema de glória repousa sobre a santa fronte. O semblante divino irradia o fulgor deslumbrante do Sol meridiano. “E no vestido e na Sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis e Senhor dos senhores.” Apoc. 19:16.

À Sua presença “se têm tornado macilentos todos os rostos”; sobre os que rejeitaram a misericórdia de Deus cai o terror do desespero eterno. “Derrete-se o coração, e tremem os joelhos”, “e os rostos de todos eles empalidecem.” Jer. 30:6; Naum 2:10. Os justos clamam, a tremer: “Quem poderá subsistir?” Silencia o cântico dos anjos, e há um tempo de terrível silêncio. Ouve-se, então, a voz de Jesus, dizendo: “A Minha graça te basta.” Ilumina-se a face dos justos, e a alegria enche todos os corações. E os anjos entoam uma melodia mais forte, e de novo cantam ao aproximar-se ainda mais da Terra.

O Rei dos reis desce sobre a nuvem, envolto em fogo chamejante. Os céus enrolam-se como um pergaminho, e a Terra treme diante dEle, e todas as montanhas e ilhas se movem de seu lugar. “Virá o nosso Deus, e não Se calará; adiante dEle um fogo irá consumindo, e haverá grande tormenta ao redor dEle. Chamará os céus, do alto, e a Terra para julgar o Seu povo.” Sal. 50:3 e 4.
“E os reis da Terra e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos, e todo o servo, e todo o livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas; e diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto dAquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; porque é vindo o grande dia da Sua ira; e quem poderá subsistir?” Apoc. 6:15-17.

Cessaram os gracejos escarnecedores. Cerraram-se os lábios mentirosos. O choque das armas, o tumulto da batalha “com ruído, e os vestidos que rolavam no sangue” (Isa. 9:5), silenciaram. Nada se ouve agora senão a voz de orações e o som do choro e lamentação. Dos lábios que tão recentemente zombavam irrompe o clamor: “É vindo o grande dia da Sua ira; e quem poderá subsistir?” Os ímpios suplicam para que sejam sepultados sob as rochas das montanhas, em vez de ver o rosto dAquele que desprezaram e rejeitaram.

Aquela voz que penetra no ouvido dos mortos, eles a conhecem. Quantas vezes seus ternos e suplicantes acentos os chamaram ao arrependimento! Quantas vezes foi ela ouvida nos rogos tocantes de um amigo, um irmão, um Redentor! Para os que rejeitaram Sua graça, nenhuma outra voz poderia ser tão cheia de censura, tão carregada de denúncias, como aquela que durante tanto tempo assim pleiteou: “Convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que razão morrereis?” Ezeq. 33:11. Quem dera para eles fosse a voz de um estranho! Diz Jesus: “Clamei, e vós recusastes; porque estendi a Minha mão, e não houve quem desse atenção; antes rejeitastes todo o Meu conselho, e não quisestes a Minha repreensão.” Prov. 1:24 e 25. Aquela voz desperta memórias que eles desejariam ardentemente se desvanecessem – advertências desprezadas, convites recusados, privilégios tidos em pouca conta.

Ali estão os que zombaram de Cristo à Sua humilhação. Com uma força penetrante lhes ocorrem as palavras do Sofredor, quando, conjurado pelo sumo sacerdote, declarou solenemente: “Vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do poder, e vindo sobre as nuvens do céu.” Mat. 26:64. Agora O contemplam em Sua glória, e ainda O devem ver assentado à direita do poder.
Os que escarneceram de Sua declaração de ser Ele o Filho de Deus, estão agora mudos. Ali está o altivo Herodes, que zombou de Seu título real, mandando os soldados zombadores coroá-Lo rei. Estão ali os mesmos homens que com mãos ímpias Lhe colocaram sobre o corpo o manto de púrpura, e sobre a fronte sagrada a coroa de espinhos, e na mão, que não opunha resistência, um simulacro de cetro, e diante dEle se curvavam em zombaria blasfema. Os homens que bateram e cuspiram no Príncipe da vida, agora se desviam de Seu penetrante olhar, procurando fugir da subjugante glória de Sua presença. Aqueles que introduziram os cravos através de Suas mãos e pés, o soldado que Lhe feriu o lado, contemplam esses sinais com terror e remorso.

Com terrível precisão sacerdotes e príncipes recordam-se dos acontecimentos do Calvário. Estremecendo de horror, lembram-se de como, movendo a cabeça em satânica alegria, exclamaram: “Salvou os outros e a Si mesmo não pode salvar-Se. Se é o Rei de Israel, desça agora da cruz, e creremos nEle; confiou em Deus; livre-O agora, se O ama.” Mat. 27:42 e 43.
Vividamente relembram a parábola dos lavradores que se recusaram a entregar a seu senhor o fruto da vinha, maltrataram seus servos, e lhe mataram o filho. Lembram-se também da sentença que eles próprios pronunciaram: O senhor da vinha “dará afrontosa morte aos maus”. No pecado e castigo daqueles homens infiéis, vêem os sacerdotes e anciãos seu próprio procedimento e sua própria justa condenação. E, agora, ergue-se um clamor de agonia mortal. Mais alto do que o grito – “Crucifica-O, crucifica-O”, que repercutiu pelas ruas de Jerusalém, reboa o pranto terrível, desesperado: “Ele é o Filho de Deus! Ele é o verdadeiro Messias!” Procuram fugir da presença do Rei dos reis. Nas profundas cavernas da Terra, fendida pela luta dos elementos, tentam em vão esconder-se.

Na vida de todos os que rejeitam a verdade, há momentos em que a consciência desperta, em que a memória apresenta a recordação torturante de uma vida de hipocrisia, e a alma é afligida por vãos pesares. Mas que é isto ao ser comparado com o remorso daquele dia em que o temor vem como assolação, em que a perdição vem como tormenta! (Prov. 1:27.) Os que desejariam destruir a Cristo e Seu povo fiel, testemunham agora a glória que sobre eles repousa. No meio de seu terror, ouvem a voz dos santos em alegres acordes, exclamando: “Eis que este é o nosso Deus, a quem aguardávamos, e Ele nos salvará.” Isa. 25:9.

Por entre as vacilações da Terra, o clarão do relâmpago e o ribombo do trovão, a voz do Filho de Deus chama os santos que dormem. Ele olha para a sepultura dos justos e, levantando as mãos para o céu, brada: “Despertai, despertai, despertai, vós que dormis no pó, e surgi!” Por todo o comprimento e largura da Terra, os mortos ouvirão aquela voz, e os que ouvirem viverão. E a Terra inteira ressoará com o passar do exército extraordinariamente grande de toda nação, tribo, língua e povo. Do cárcere da morte vêm eles, revestidos de glória imortal, clamando: “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?” I Cor. 15:55. E os vivos justos e os santos ressuscitados unem as vozes em prolongada e jubilosa aclamação de vitória.

Todos saem do túmulo com a mesma estatura que tinham quando ali entraram. Adão, que está em pé entre a multidão dos ressuscitados, é de grande altura e formas majestosas, de estatura pouco menor que o Filho de Deus. Apresenta assinalado contraste com o povo das gerações posteriores; sob este único ponto de vista se revela a grande degeneração da raça. Todos, porém, surgem com a vivacidade e o vigor de eterna juventude. No princípio o homem foi criado à semelhança de Deus, não somente no caráter, mas na forma e aspecto. O pecado desfigurou e quase obliterou a imagem divina; mas Cristo veio para restaurar aquilo que se havia perdido. Ele mudará nosso corpo vil, modelando-o conforme Seu corpo glorioso.

As formas mortais, corruptíveis, destituídas de garbo, poluídas pelo pecado, tornam-se perfeitas, belas e imortais. Todos os defeitos e deformidades são deixados no túmulo. Restabelecidos à árvore da vida, no Éden há tanto tempo perdido, os remidos crescerão até à estatura completa da raça em sua glória primitiva. Os últimos traços da maldição do pecado serão removidos, e os fiéis de Cristo aparecerão “na beleza do Senhor nosso Deus”, refletindo no espírito, alma e corpo, a imagem perfeita de seu Senhor. Oh! maravilhosa redenção! Há tanto tempo objeto das cogitações, há tanto tempo esperada, contemplada com ávida expectativa, mas nunca entendida completamente!

Os justos vivos são transformados “num momento, num abrir e fechar de olhos”. I Cor. 15:52. À voz de Deus eles foram glorificados; agora, tornam-se imortais, e com os santos ressuscitados, são arrebatados para encontrar seu Senhor nos ares. Os anjos “ajuntarão os Seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.” Mat. 24:31. Crianças são levadas pelos santos anjos aos braços de suas mães. Amigos há muito separados pela morte, reúnem-se, para nunca mais se separarem, e com cânticos de alegria ascendem juntamente para a cidade de Deus.

De cada lado do carro de nuvens existem asas, e debaixo dele se acham rodas vivas; e, ao volver o carro para cima, as rodas clamam: “Santo”, e as asas, movendo-se, clamam: “Santo”, e o cortejo de anjos clama: “Santo, santo, santo, Senhor Deus todo-poderoso.” E os remidos bradam: “Aleluia!” – enquanto o carro prossegue em direção à Nova Jerusalém.
Antes de entrar na cidade de Deus, o Salvador concede a Seus seguidores os emblemas da vitória, conferindo-lhes as insígnias de sua condição real. As fileiras esplendentes são dispostas em forma de um quadrado aberto ao centro, em redor de seu Rei, que Se ergue majestosamente muito acima dos santos e anjos e de cujo rosto irradia benigno amor a todos.

Por toda a hoste inumerável dos resgatados, todos os olhares se acham fixos nEle, todos os olhos contemplam a glória dAquele cujo “parecer estava tão desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a Sua figura mais do que a dos filhos dos homens”. Sobre a cabeça dos vencedores, Jesus com Sua própria destra põe a coroa de glória. Para cada um há uma coroa que traz o seu “novo nome” (Apoc. 2:17), e a inscrição: “Santidade ao Senhor.” Em cada mão são colocadas a palma do vencedor e a harpa resplandecente. Então, ao desferirem as notas os anjos dirigentes, todas as mãos deslizam com maestria sobre as cordas da harpa, tirando-lhes suave música em ricos e melodiosos acordes. Indizível arrebatamento faz vibrar todo coração, e toda voz se ergue em grato louvor: “Àquele que nos ama, e em Seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e Seu Pai; a Ele glória e poder para todo o sempre.” Apoc. 1:5 e 6.

Diante da multidão de resgatados está a santa cidade. Jesus abre amplamente as portas de pérolas, e as nações que observaram a verdade, entram. Ali contemplam o Paraíso de Deus, o lar de Adão em sua inocência. Então aquela voz, mais harmoniosa do que qualquer música que tenha soado já aos ouvidos mortais, é ouvida a dizer: “Vosso conflito está terminado.” “Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.” Cumpre-se então a oração do Salvador por Seus discípulos:

“Aqueles que Me deste quero que, onde Eu estiver, também eles estejam comigo.” “Irrepreensíveis, com alegria, perante a Sua glória” (Jud. 24), Cristo os apresenta a Seu Pai como a aquisição de Seu sangue, declarando: “Eis-Me aqui, com os fiIhos que Me deste.” “Guardei aqueles que Me deste.” Oh! maravilhas do amor que redime! transportes daquela hora em que o infinito Pai, olhando para os resgatados, contemplar Sua imagem, banida a discórdia do pecado, removida sua maldição, e o humano de novo em harmonia com o divino!

Com indizível amor Jesus dá as boas-vindas a Seus fiéis, para “o gozo do teu Senhor”. O gozo do Salvador consiste em ver, no reino de glória, as almas que foram salvas por Sua agonia e humilhação. E os remidos serão participantes de Sua alegria, vendo eles, entre os bem-aventurados, os que foram ganhos para Cristo por meio de suas orações, trabalhos e sacrifícios de amor. Reunindo-se eles em redor do grande trono branco, indizível júbilo lhes encherá o coração ao contemplarem os que ganharam para Cristo, e verem que um ganhou a outros, e estes ainda outros, todos trazidos para o porto de descanso, para ali deporem sua coroa aos pés de Jesus e louvá-Lo pelos séculos intérminos da eternidade.

Ao serem os resgatados recebidos na cidade de Deus, ecoa nos ares um exultante clamor de adoração. Os dois Adões estão prestes a encontrar-se. O Filho de Deus Se acha em pé, com os braços estendidos para receber o pai de nossa raça – o ser que Ele criou e que pecou contra o seu Criador, e por cujo pecado os sinais da crucifixão aparecem no corpo do Salvador. Ao divisar Adão os sinais dos cruéis cravos, ele não cai ao peito de seu Senhor, mas lança-se em humilhação a Seus pés, exclamando: “Digno é o Cordeiro, que foi morto.” Apoc. 5:12. Com ternura o Salvador o levanta, convidando-o a contemplar de novo o lar edênico do qual, havia tanto, fora exilado.

Depois de sua expulsão do Éden, a vida de Adão na Terra foi cheia de tristeza. Cada folha a murchar, cada vítima do sacrifício, cada mancha na bela face da natureza, cada mácula na pureza do homem, era uma nova lembrança de seu pecado. Terrível foi a aflição do remorso, ao contemplar a iniqüidade que era dominante, e, em resposta às suas advertências, deparar com a acusação que lhe faziam como causa do pecado. Com paciente humildade, suportou durante quase mil anos a pena da transgressão. Sinceramente se arrependeu de seu pecado, confiando nos méritos do Salvador prometido, e morreu na esperança de uma ressurreição. O Filho de Deus redimiu a falta e a queda do homem; e agora, pela obra da expiação, Adão é reintegrado em seu primeiro domínio.

Em arrebatamento de alegria, contempla as árvores que já foram o seu deleite – as mesmas árvores cujo fruto ele próprio colhera nos dias de sua inocência e alegria. Vê as videiras que sua própria mão tratara, as mesmas flores que com tanto prazer cuidara. Seu espírito apreende a realidade daquela cena; ele compreende que isso é na verdade o Éden restaurado, mais lindo agora do que quando fora dele banido. O Salvador o leva à árvore da vida, apanha o fruto glorioso e manda-o comer. Olha em redor de si e contempla uma multidão de sua família resgatada, no Paraíso de Deus. Lança então sua brilhante coroa aos pés de Jesus e, caindo a Seu peito, abraça o Redentor. Dedilha a harpa de ouro, e pelas abóbadas do céu ecoa o cântico triunfante: Digno, digno, “digno é o Cordeiro” (Apoc. 5:12) “que foi morto e reviveu!” Apoc. 2:8. A família de Adão associa-se ao cântico e lança as suas coroas aos pés do Salvador, inclinando-se perante Ele em adoração.

Esta reunião é testemunhada pelos anjos que choraram quando da queda de Adão e rejubilaram ao ascender Jesus ao Céu, depois de ressurgido, tendo aberto a sepultura a todos os que cressem em Seu nome. Contemplam agora a obra da redenção completa e unem as vozes no cântico de louvor.
No mar cristalino diante do trono, naquele mar como que de vidro misturado com fogo – tão resplendente é ele pela glória de Deus – está reunida a multidão dos que “saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome”. Apoc. 15:2. Com o Cordeiro, sobre o Monte Sião, “tendo harpas de Deus”, estão os cento e quarenta e quatro mil que foram remidos dentre os homens; e ouve-se, como o som de muitas águas, e de grande trovão, “uma voz de harpistas, que tocavam com as suas harpas”. E cantavam um “cântico novo diante do trono – cântico que ninguém podia aprender senão os cento e quarenta e quatro mil. É o hino de Moisés e do Cordeiro – hino de livramento. Ninguém, a não ser os cento e quarenta e quatro mil, pode aprender aquele canto, pois é o de sua experiência – e nunca ninguém teve experiência semelhante. “Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vai.” “Estes, tendo sido trasladados da Terra, dentre os vivos, são tidos como as primícias para Deus e para o Cordeiro.” Apoc. 14:1-5; 15:3. “Estes são os que vieram de grande tribulação” (Apoc. 7:14); passaram pelo tempo de angústia tal como nunca houve desde que houve nação; suportaram a aflição do tempo da angústia de Jacó; permaneceram sem intercessor durante o derramamento final dos juízos de Deus.

Mas foram livres, pois “lavaram os seus vestidos, e os branquearam no sangue do Cordeiro”. “Na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis” diante de Deus. “Por isso estão diante do trono de Deus, e O servem de dia e de noite no Seu templo; e Aquele que está assentado sobre o trono os cobrirá com a Sua sombra.” Apoc. 7:15. Viram a Terra devastada pela fome e pestilência, o Sol com poder para abrasar os homens com grandes calores, e eles próprios suportaram o sofrimento, a fome e a sede. Mas “jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o Sol, nem ardor algum. Pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima”. Apoc. 7:16 e 17.

Em todos os tempos os escolhidos do Salvador foram educados e disciplinados na escola da provação. Seguiram na Terra por veredas estreitas; foram purificados na fornalha da aflição. Por amor de Jesus suportaram a oposição, o ódio, a calúnia. Acompanharam-nO através de dolorosos conflitos; suportaram a negação própria – e experimentaram amargas decepções. Pela sua própria experiência dolorosa compreenderam a malignidade do pecado, seu poder, sua culpa, suas desgraças; e para ele olham com aversão. Uma intuição do sacrifício infinito feito para reabilitá-los, humilha-os à sua própria vista, enchendo-lhes o coração de gratidão e louvor, que os que nunca decaíram não poderão apreciar. Muito amam, porque muito foram perdoados. Havendo participado dos sofrimentos de Cristo, estão aptos para serem co-participantes de Sua glória.

Os herdeiros de Deus vieram das águas-furtadas, das choças, dos calabouços, dos cadafalsos, das montanhas, dos desertos, das covas da Terra, das cavernas do mar. Na Terra eram “desamparados, aflitos e maltratados”. Milhões desceram ao túmulo carregados de infâmia, porque firmemente se recusavam a render-se às enganosas pretensões de Satanás. Pelos tribunais humanos foram julgados como os mais vis dos criminosos. Mas agora “Deus mesmo é o Juiz”. Sal. 50:6. Revogam-se agora as decisões da Terra. “Tirará o opróbrio do Seu povo.” Isa. 25:8. “Chamar-lhes-ão: Povo santo, remidos do Senhor.” Ele determinou “que se lhes dê ornamento por cinza, óleo de gozo por tristeza, vestido de louvor por espírito angustiado”. Isa. 62:12; 61:3. Não mais são fracos, aflitos, dispersos e opressos. Doravante devem estar sempre com o Senhor.

Acham-se diante do trono com vestes mais ricas do que já usaram os mais honrados da Terra. Estão coroados com diademas mais gloriosos do que os que já foram colocados na fronte dos monarcas terrestres. Os dias de dores e prantos acabaram-se para sempre. O Rei da glória enxugou as lágrimas de todos os rostos; removeu-se toda a causa de pesar. Por entre o agitar dos ramos de palmeiras, derramam um cântico de louvor, claro, suave e melodioso; todas as vozes apreendem a harmonia até que reboa pelas abóbadas do céu a antífona: “Salvação ao nosso Deus que está assentado no trono, e ao Cordeiro. E todos os habitantes do Céu assim respondem: “Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ação de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, para todo o sempre.” Apoc. 7:10 e 12.

Nesta vida podemos apenas começar a compreender o maravilhoso tema da redenção. Com nossa compreensão finita podemos considerar muito encarecidamente a ignomínia e a glória, a vida e a morte, a justiça e a misericórdia, que se encontraram na cruz; todavia, com o máximo esforço de nossa faculdade mental, deixamos de apreender seu completo significado. O comprimento e a largura, a profundidade e a altura do amor que redime não são senão palidamente compreendidos. O plano da redenção não será amplamente penetrado, mesmo quando os resgatados virem assim como eles são vistos, e conhecerem como são conhecidos; antes, através das eras eternas, novas verdades desdobrar-se-ão de contínuo à mente cheia de admiração e deleite. Posto que os pesares, dores e tentações da Terra estejam terminados, e removidas suas causas, sempre terá o povo de Deus um conhecimento distinto, inteligente, do que custou a sua salvação.

A cruz de Cristo será a ciência e cântico dos remidos por toda a eternidade. No Cristo glorificado eles contemplarão o Cristo crucificado. Jamais se olvidará que Aquele cujo poder criou e manteve os inumeráveis mundos através dos vastos domínios do espaço, o Amado de Deus, a Majestade do Céu, Aquele a quem querubins e resplendentes serafins se deleitavam em adorar – humilhou-Se para levantar o homem decaído; que Ele suportou a culpa e a ignomínia do pecado e a ocultação da face de Seu Pai, até que as misérias de um mundo perdido Lhe quebrantaram o coração e aniquilaram a vida na cruz do Calvário. O fato de o Criador de todos os mundos, o Árbitro de todos os destinos, deixar Sua glória e humilhar-Se por amor do homem, despertará eternamente a admiração e a adoração do Universo. Ao olharem as nações dos salvos para o seu Redentor e contemplarem a glória eterna do Pai resplandecendo em Seu semblante; ao verem o Seu trono que é de eternidade em eternidade, e saberem que Seu reino não terá fim, irrompem num hino arrebatador: “Digno, digno é o Cordeiro que foi morto, e nos remiu para Deus com Seu mui precioso sangue!”

O mistério da cruz explica todos os outros mistérios. À luz que emana do Calvário, os atributos de Deus que nos encheram de temor e pavor, aparecem belos e atraentes. Misericórdia, ternura e amor paternal são vistos a confundir-se com santidade, justiça e poder. Enquanto contemplamos a majestade de Seu trono, alto e sublime, vemos Seu caráter em suas manifestações de misericórdia, e compreendemos, como nunca dantes, a significação daquele título enternecedor: “Pai nosso.”

Ver-se-á que Aquele que é infinito em sabedoria não poderia idear plano algum para nos redimir, a não ser o sacrifício de Seu Filho. A compensação desse sacrifício é a alegria de povoar a Terra com seres resgatados, santos, felizes e imortais. O resultado do conflito do Salvador com os poderes das trevas, é alegria para os remidos, redundando para a glória de Deus por toda a eternidade. E tal é o valor de cada alma que o Pai está satisfeito com o preço pago; e o próprio Cristo, contemplando os frutos de Seu grande sacrifício, exulta, também.

Quem são os 7 reis de apocalipse 17?

Posted: 20 de Agosto de 2009 by mundomaranatha in Profecia

Que ninguém pense que por não poder explicar o significado de cada símbolo do Apocalipse, é-lhe inútil pesquisar este livro numa tentativa de conhecer o significado da verdade que ele contém. Aquele que revelou estes mistérios a João dará ao diligente pesquisador da verdade um antegozo das coisas celestiais. Aqueles cujo coração está aberto à recepção da verdade serão capacitados a compreender seus ensinos, e ser-lhes-á garantida a bênção prometida àqueles que “ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas”. Apocalipse 1:3.

 

 

O livro que foi selado não foi o do Apocalipse, mas aquela parte da profecia de Daniel que se referia aos últimos dias. Diz a Escritura: “Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará.” Dan. 12:4. Quando o livro foi aberto, foi feita a proclamação: “já não haverá demora.” Apoc. 10:6. O livro de Daniel está agora aberto, e a revelação feita por Cristo a João deve vir a todos os habitantes da Terra. Mensagens Escolhidas vol.2 pág.105.

Apocalipse 17:1 e 2

VEIO um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas; (veja que aqui faz-se uma referencia a Apocalipse 16)

Com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição.


( águas são – Nações Povos e Línguas, Apocalipse 17:15)

O termo “Babilônia” é derivado de “Babel” e significa confusão. É empregado nas Escrituras para designar as várias formas de religião falsa ou apóstata.
O método utilizado pelo homem para se alto justificar pensando ser um portão para o céu. Na verdade é confusão. João, 10:1 “ NA verdade, na verdade vos digo que aquele que não entra pela porta no curral das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e salteador. “

Apocalipse 17:5
“E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra.”

Aqui indica, a prostituta uma religião falsa, que ensina uma mensagem falsa.

Era costume as meretrizes pendurar um sinal no pescoço com o seu nome para todos soubessem quem ela era ( a propagando da sua profissão ) Referencia a Adoração de ídolos

Nos versos Bíblicos abaixo temos a explicação sobre o significado de prostituta na Bíblia.

A cidade de Jerusalém era fiel a Deus, mas agora está agindo como uma prostituta. Isaias 1:21.

“Todos os seus ídolos farei uma assolação; porque pelo salário de prostituta os ajuntou, e em salário de prostituta se tornarão.” Miquéias, 1:7.
 

Apocalipse 17:8

A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra ( cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo ) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá.


A besta que viste , era e já não é :

Durante os 1.260 anos de Apocalipse 12, este poder dominou o mundo, e controlou o cenário político da Europa. Período que começou em 538 até 1798 quando recebeu a ferida mortal, da Revolução Francesa, Apocalipse 13:10 “Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá;”.

“A besta que era e já não é, mas que virá :

Em 1870 a igreja enunciou o dogma da infalibilidade Papal.
Em 1929 o Papa recebeu reconhecimento como soberano governador. Criado o estado do vaticano.

Em 1984 o então Presidente dos Estado Unidos. Ronald Reagan, indicou William Wilson como embaixador no Vaticano. Os Estados Unidos da América, foi o primeiro país, a reconhecer a soberania do estado do Vaticano, colocando ali o seu Embaixador. Como este é o país reconhecidamente mais poderoso do planeta. Começa aí a se cumprir a profecia de Apocalipse 13 : 11-18.

De 1929 até a vinda de Cristo este poder político religioso crescerá. Até a destruição.

Apocalipse 17:9-11
“Aqui o sentido, quem tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher
 está assentada.

Isto exige sabedoria e entendimento: as sete cabeças são sete montes onde a mulher está sentada. Elas também são sete reis: Cinco já morreram, um está governando, e o outro ainda não apareceu. E, quando aparecer, precisará governar por pouco tempo. E o monstro que já esteve vivo, mas que agora não vive mais, é o oitavo rei, que faz parte dos primeiros sete e que vai ser destruído. (Bíblia htlh)

Apocalipse 17 O verso 18 explica = mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.

Que Roma está assentada sobre as sete colinas da Itália é um fato !

Como por implicação histórica, temos que admitir que é uma referencia a Roma.

Este fato está bem claro na explicação do Anjo ( As sete cabeças são sete MONTES ).

Que Roma é a cidade das sete colinas, não é novidade pra ninguem.

SÃO ELAS….

PALATINA – CAPITOLINA – QUIRINAL – VIMINAL – ESQUILINA – CELIA – AVENTINA

SÃO TAMBÉM SETE REIS :

Em 11 de fevereiro de 1929 . O cardeal Gasparri e Benito Mussolini , assinaram o tratado de Latrão . Estabelecendo o estado do Vaticano. Assegurando assim a Santa Sé, independência absoluta de caráter Civil e Político.

AQUI FUNDAMENTA TRÊS ABORDAGENS BÁSICAS:

PRIMEIRO CONTEXTO : A cura da ferida mortal : que requer ao Papa a volta da soberania Religiosa e secular, tal como ele detinha antes de receber a ferida mortal . Assim a ferida começou a ser curada em 1929.

SEGUNDO CONTEXTO : Desde 1929 passaram cinco Papas até João Paulo II

SÃO ELES :
1929 Á 1939 = PAPA PIO XI
1939 Á 1958 = PAPA PIO XII
1958 Á 1963 = PAPA JOÃO XXIII
1963 Á 1978 = PAPA PAULO VI
1978 PAPA JOÃO PAULO I : GOVERNOU 33 DIAS
1978 Á 2005 = PAPA JOÃO PAULO II
2005 ATUAL = PAPA BENTO XVI

A profecia diz claramente = cinco já caíram, e um existe; No caso o sexto Papa, uma referencia a João Paulo II , que já não existe mais…
outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo
O sexto já se foi : Temos agora o setimo. que terá um curto prazo de tempo . e depois deste o que acontece?
TERCEIRO CONTEXTO : O setimo. sucessor de João Paulo II, o atual BENTO XVI , deverá reinar por pouco tempo. Apocalipse,1 7:10
O OITAVO. Não sabemos como será, pois ainda não é vindo, só sabemos que ele governará até a volta de JESUS.

APOCALIPSE 17:12

E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta.

A besta de Apocalipse 13 e a besta escarlate de Apocalipse 17 não são a mesma coisa.

Cada besta tem dez chifres. Aqui vem a diferença, a besta de Apocalipse 13 os chifres tem dez coroas a besta de Apocalipse 17 os chifres nào tem coroas.

A profecia descreve um tempo na historia, quando não havia mais monarquias ( os reis não tem coroas ) Portanto uma referência a Governos

Os dez chifres são dez reis :

Apocalipse 16:13 e 14

Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso.”
Estes dez chifres é uma referencia, a obra dos espíritos imundos que ajuntarão os governos da terra, veja que este reis não tem coroas portanto são governantes, não se trata de uma monarquia. Apocalipse 16:13 e 14
Mas receberam o poder como reis por uma hora :

Números, 14:34 “Um dia por um ano “
Ezequiel, 4:7 “ um dia por um ano “

um dia/24 horas = dia profético = um ano literal = 360 dias literais que dividido por 24 horas proféticas = 15 dias literais. Ou seja, 1 hora profética = 15 dias literias.

Obs. : pegar como base o ano babilônico.

João diz que deve durar pouco Apocalipse17:10 “quando vier, convém que dure um pouco de tempo.” É provável que é este o poder que vai decretar a sentença de morte a todos aqueles que recusarem a lhe prestar homenagem. E é bem provável que este será o período do decreto dominical. Veja que de acordo com o ano profético, a duração de apenas 15 dias….
Não confundir com o período das sete pragas que está bem explicito em Apocalipse, 18:8 “Por isso num mesmo dia cairão sobre ela estas pragas” (bíblia htlh). No contesto do dia/ano, acima, este período das sete pragas será de um ano. Não devemos levar estes dados ao pé da letra, é apenas um estudo.

As profecias que já se cumpriram podemos falarmos delas com convicção. As profecias que ainda não se cumpriram, não devem ser tidas como exatas, alerta Ellen G. White. Portanto este estudo visa tão somente, chamar a nossa atenção para a proximidade da volta de JESUS, não pretende marcar data para a chegada do nosso salvador, mas chama a atenção para estarmos preparados, para o grande dia do senhor. Pois ele virá como ladrão, a hora que muitos estarão despercebidos. I João, 3:10. Muitas coisas estão acontecendo em nosso redor, e precisamos estarmos alerta para os acontecimentos em nossa volta.

Obs. Dentro do âmbito Adventista, existem mais de dez pontos de vista diferentes sobre este assunto, e ainda que eu apoio o que identifica às sete cabeças com sete papas, não considero que este seja infalível ou esteja cem por cento livre de erros. Apresento o que creio que vai suceder, mas se por alguma circunstância não chegar a cumprir-se desta maneira, isto não comprometeria de forma alguma à Igreja Adventista do Sétimo Dia, nem desvirtuaria o certo cumprimento das demais profecias apresentadas no livro Profecias do Fim. pois estou seguro que todas se cumprirão a seu devido tempo. É um estudo de um leigo Adventista, e não uma posição da igreja Adventista.

“PREPARA-TE, ó Israel, para encontrares com teu Deus.” Amós 4:12